Numa partida a contar para 11ª jornada do campeonato, o coletvo do Só Canelas tinha uma árdua e dificil tarefa para levar de vencida, o adversáro desta noite, que era o hexacampeão Prodígios. Não podendo compremeter as suas ambições de renovação do título, o coletivo prodigio entrou com toda a pujança ofensiva, instalando-se por completo no meio campo adversário. Com todo o empenho e entreajuda, todos os elementos da formação da equipa azul celeste tentavam a todo o custo tapar os caminhos para a sua baliza. Todavia o perigo era constante nas imediações da área desta formação, com o coletivo dos Prodigios a procurarem jogar a toda a largura do terreno e furando por onde havia espaço. Por tanto não foi de admirar que aos 7 minutos, o marcador fosse inaugurado por intermédio de Daniel Brasil. Excelente a triangulação ofensiva do ataque “all black” iniciada sobre o lado esquerdo por Fagner para a André Oliveira e este a já dentro da área assistiu Daniel Brasil que tirou um adversário do caminho e finalizou no ângulo superior direito, não dando qualquer hipótese de defesa.
Pouco minutos depois este coletivo esteve perto de aumentar a vantagem, após nova jogada coletiva no qual André Oliveira esteve em plano de evidência, ao descobrir o avançado Hugo Pinto, solto de marcação dentro da área, a rematar forte ao poste. Mas o enorme caudal ofensivo dos Prodigios acabaria por originar o aumento da vantagem aos 14 minutos por Fagner Ferreira Os jogadores do Só Canelas já denotavam algum conformismo com o dominio e superioridade do adversário mas sem nunca baixarem os braços, revelaram a sua integridade e postura séria de quem homra a camisola que veste. Já, relativamente aos “all blacks”, jamais tiraram o “pé do acelerador” e efetuaram uma 1ª parte devastadora no qual conseguiram chegar aos 3 a 0, aos 18 minutos e novamente por Fagner Ferreira. Foi na sequência de um livre direto em zona frontal à área adversário no qual, Daniel Brasil simulou que iria bater direto na baliza e tocou para o lado, para Fagner Ferreira encher o pé direito e enviar um missil que só parou no fundo das redes, deixando o guardião pregado ao relvado. Para o 2º tempo e com o jogo perfeitamente controlado, a formação dos Prodígios, rodou mais os seus jogadores, fazendo descansar as suas pedras mais influentes e passou apenas a gerir o tempo e resultado. Com isto a intensidade do jogo baicou e permitiu que o Só Caneleas conseguisse chegar à baliza adversária por várias vezes mas sem nunca causar perigo para golo. A partuda acabou por não ver mais o marcador a ser alterado ficando assim no resultado final de 3 a 0 para a formação dos Prodigios.