Após o desaire da jornada anterior que acabou por ser a grande nota de destaque da ronda, os Brigateros certamente quereriam apagar a má imagem deixada. Quem acabou por levar com a factura acabou por ser a formação dos Salu que ao longo de todo o encontro nunca se conseguiu se soltar das malhas do adversário. Os Brigateros entraram com tudo neste jogo, impondo logo, grande velocidade nas suas acções e pegando nas rédeas do encontro. Por isso não foi de estranhar que logo aos 4 minutos fosse inaugurado o marcador por intermédio de Nuno Castro, numa excelente jogada colectiva onde ficou bem vincada o bom entrosamento e rotinas existentes nesta equipa. Apesar de ter marcado cedo, os Brigateros continuaram a não deixar respirar o adversário, sufocando-o com uma grande pressão ofensiva. Aos 19 minutos a vantagem seria ampliada para 2 a 0 através de um livre bombeado para a área adversária, onde o esférico acabou por passar por entre vários jogadores sem que nenhum deste tivesse tocado e com isto a iludir o guarda-redes. Apenas nos últimos 5 minutos finais do 1º tempo é que os jogadores do SALU conseguiram sacudir a pressão do adversário e mostrarem-se mais atrevidos no ataque, pese embora que isto também se tenha devido a um relaxamento do adversário. NO 2º tempo e após carregamento das baterias, os Brigateros voltaram a pegar no jogo, como o fizeram no 1º tempo e isso bastou para aniquilar de vez o adversário, que não teve ao longo de todo o encontro uma única ocasião de perigo promovida. Os Brigateros por sua vez neste 2º tempo apesar de todo o domínio exercido, apenas marcariam um golo, golo esse, de autoria de Juan Castillo, que assim bisou na partida com um toque de classe após uma defesa incompleta do guarda-redes. Resultado justo.