À data deste encontro estas duas equipas ocupavam os últimos lugares na tabela classificativa. O jogo iniciou-se com a formação da Impisa a dar uma excelente réplica ao adversário, mostrando-se organizada defensivamente e bastante concentrada. Os Profissionais apesar de algum favoritismo, não entraram no encontro à espera que as coisas acontecessem. Sentiram que teriam que acelerar o jogo se quisessem sair dali vitoriosos. Aos 7 minutos, o defesa João santos fez um passe primoroso a sobrevoar a defensiva contrária. O avançado Abreu recepcionou de forma brilhante o esférico colando-o no seu pé para assim finalizar com uma enorme classe, fazendo um chapéu ao guardião impisa. Foi um lance de ataque belíssimo e de grande execução técnica. De forma gradual os Profissionais começaram a acentuar o domínio do jogo, controlando todas as operações. O 2 a 0 para o surgiu na conversão de um canto, onde o jogador profissional cabeceou sozinho, sem marcação para o fundo das redes. As falhas de marcação e de concentração dos jogadores do Impisa começavam a ser visíveis e não demorou que o 3º golo dos Profissionais acontecesse, estando em plano de destaque Paulo Sérgio que rubricou um jogada individual digna de registo ao driblar 3 defesas e cruzar para o interior da área, na tentativa de assistir o colega para o golo, mas acabou por ser o defesa e desviar para o fundo da baliza, fazendo auto-golo e assim pondo os Profissionais a ganhar por 3 a 0. Os Impisas neste 1º tempo apenas tiveram um ocasião de grande perigo com um cabeceamento de João, após passe de Ramiro, ao qual este jogador antecipou-se ao defesa, ganhando nas alturas e por pouco não fazia golo. Com o 1º tempo perto do fim, os Profissionais tiravam partido da permeabilidade da defensiva dos Impisas, que concedia, muitas facilidades e espaço ao adversário. Assim sendo o 4º golo acabou por acontecer ao minutos 19 por Breu que assim bisou no encontro. Para o 2º tempo, a formação dos Impisa entrou muito bem, na mó de cima e conseguiria reduzir a desvantagem para 4 a 1. A sua maior posse de bola traduziu-se no golo de João Oliveira. Este golo veio trazer aos Impisas alento e esperança de que poderia ser possível outro desfecho neste encontro. Dispuseram de várias oportunidades de golo que foram desperdiçadas, algumas delas por mera precipitação e que poderiam, caso fossem concretizadas, ter resultado num desfecho positivo. Assim sendo acabaram ainda por sofrer mais 2 golos do adversário, em lances em que, quer o guarda-redes, quer a defesa concederam autênticas facilidades. Mesmo assim o resultado final seria de 6 a 2 para os Profissionais, com 2º golo dos Impisas a ser alcançado por João Oliveira, após bom trabalho individual.