Deportivo de Queluz vs Tortugas
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0-0- 21:00
- Campo 2
Reportagem
A tabela classificativa mostrava um Deportivo de Queluz, num modesto 8º lugar e, a equipa dos Tortugas, mais para cima na tabela, ocupando um mais apelativo 3º lugar. Apesar do Deportivo parecer estar numa posição mais frágil, tinha na jornada anterior conquistado a sua primeira vitória, deixando alguma expectativa relativamente ao que nos ia mostrar hoje. Por sua vez, os Tortugas vinham tentar limpar a imagem que, ainda assombrava as bancadas, da pesada derrota da última jornada frente aos Spurs. Deste modo, apesar de um eminente receio de a chuva vir a ser também nossa assistente, este jogo mereceu a atenção de vários adeptos que se deslocaram, propositadamente, ao estádio Pinto Basto, para ver actuar as suas equipas favoritas. O jogo teve início com os Tortugas a mostrarem, que a derrota na jornada anterior tinha sido um contratempo. Apresentavam-se aqui, totalmente rejuvenescidos, tomando a iniciativa do jogo, mostrando que todos os jogadores, dentro do campo, são fundamentais. Assim, é com naturalidade que, aos 5min, com um passe do nº 9, Duarte Tavares, que deixou a defesa do Deportivo perplexa, Dénis Antunes, com um responsável nº15 nas costas, inaugura o marcador. O Deportivo tentava sacudir a pressão, com vários lançamentos pelo ar de Ivo, tentando balançar a sua equipa para a frente, à procura de Pedro e João Ribeiro. Porém, o mítico nº15, como viria a ser conhecido nas bancadas do estádio, Dénis Antunes, não facilitou, e, aos 13min, dilatava a vantagem para os 2-0 a favor dos Tortugas. O Deportivo continuava à procura da sua sorte no ar, talvez o Deus Shu, Deus do ar, vindo da mitologia Grega, lhes pudesse ser agora útil. Não foi. E, no minuto seguinte, isto é, aos 14, face à superioridade que a Equipa dos Tortuga começava a construir, numa jogada exemplar pelo flanco esquerdo, Francisco Pinheiro, gritou novamente golo, e colocou em delírio os fãs do seu clube. O Deportivo não desistiu, e, de mais um lançamento pelo ar, sofreram uma falta à entrada da área. Nas bancadas, ouviu-se, numa voz popular, “deixa o Pedro bater”, e bateu…e como bateu bem. Num remate, certeiro, sem quaisquer contemplações, Pedro Ribeiro diminuiu a vantagem para os 3-1. E, fez os adeptos acreditar, que, como diz o Poeta, “O sonho comanda a vida”. Perto do final da 1ª parte, o Deportivo parecia estar a equilibrar jogo. Durante a 2ª parte fomos capazes de identificar duas tendência distintas. Num primeiro momento, Deportivo parecia querer mais. Queria, a curto prazo, reduzir a vantagem no marcador. E, esteve muito perto. Num remate fabuloso de fora da área, de João Ricardo, que colocou o guarda-redes da equipa contrária em dificuldades para segurar aquela bola. Chegou mesmo a ouvir-se golo na bancada, mas na verdade, só bateu no poste. Num segundo momento, existindo uma coordenação mecânica entre os diferentes sectores da equipa dos Tortugas, os jogadores mais avançados, Dénis, Duarte e Francisco, contanto com a sua defesa, iam criando várias situações de perigo. E, foi sem surpresa, que aos 21min, Ricardo Louro, voltou a alterar as luzes do marcador, e fixou o resultado em 4-1. O Deportivo parecia desanimar e, com uma bola perdida a meio-campo, Rui moedas lançou Francisco Pinheiro, que assistiu Duarte Tavares, que fixou o resultado final nos 5-1 favoráveis aos Tortugas.
Duelos
| Deportivo de Queluz | Tortugas | |
| 3 | JOGOS | 3 |
| 0 | VITÓRIAS | 3 |
| 3 | DERROTAS | 0 |
| 0 | EMPATES | 0 |
| 3 | GOLOS MARCADOS | 12 |
| 12 | GOLOS SOFRIDOS | 3 |
