New Holland vs Prodigios
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3-1- 22:00
- CIF campo 2
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47' Filipe Oliveira
-
23' Bruno Rodrigues
Reportagem
Com um primeiro tempo de bom nível, no qual marcou três golos sem resposta, a formação da New Holland deu um passo de gigante rumo ao triunfo e conseguiu levar a melhor diante dos Prodígios, que ainda procuraram evitar o infortúnio, sobretudo no segundo tempo.
Os primeiros dez minutos de jogo foram coroados de sucesso para a formação da New Holland, que marcou dois tentos num curto espaço de tempo e partiu para um primeiro tempo muito confiante. Corria o minuto 6 quando Wellington Ferrari, descaído para a direita, rematou para o fundo das redes e colocou o seu conjunto em vantagem. Muito confiantes com o tento alcançado, a New Holland voltou à carga pouco depois e Nuno Beijinha ampliou a contagem aos 8 minutos, fixando o 2-0 e dando uma vantagem relativamente confortável à sua equipa. Os Prodígios viram o seu adversário marcar dois golos, mas não tardaram a erguer-se procurando reduzir a desvantagem. Carlos Patarrana era um dos mais inconformados e por duas vezes esteve perto de marcar, primeiro num remate à entrada da área e, pouco depois, numa tentativa de chapéu que saiu um pouco ao lado do alvo. A partida aproximava-se do intervalo quando a New Holland ampliou para 3-0, com Bruno Rodrigues a surgir isolado, depois de um pontapé de canto favorável aos Prodígios, e a dar o melhor seguimento ao esférico.
A perder por 3-0 ao intervalo, os Prodígios teriam de reagir rapidamente na etapa complementar, para ainda reentrarem na luta pelo resultado. No entanto, a New Holland, orientada por Hugo Machado, estava muito confiante, extremamente organizada e conseguia estancar as tentativas contrárias. Ainda assim, os Prodígios não desistiam de lutar e procuravam o melhor caminho para o fundo das redes adversárias. Filipe Oliveira, Carlos Garcia e Carlos Patarrana levavam a equipa para a frente e tentavam chegar ao golo, mas esbarravam na bem montada equipa da New Holland, que defendia bem e procurava criar perigo através de lances de contra-ataque. Desta forma, os minutos corriam a favor da New Holland, que a cada minuto que passava estava mais perto do triunfo. Ainda assim, os Prodígios revelaram sempre uma excelente atitude e ainda conseguiram reduzir a desvantagem para 1-3, numa grande penalidade bem convertida por Filipe Oliveira. No entanto, o encontro estava já muito perto do final, e o resultado não mais se alterou até ao derradeiro apito.
A New Holland, com um primeiro tempo de bom nível e com Nuno Simões em plano de destaque, entraram com o pé direito nesta 9ª SuperLiga MasterFoot CIF Domingo. Por seu turno, os Prodígios tudo fizeram para evitar o desaire, mas não conseguiram recuperar da madrugadora desvantagem. Carlos Patarrana foi dos mais inconformados e constantes.
Os primeiros dez minutos de jogo foram coroados de sucesso para a formação da New Holland, que marcou dois tentos num curto espaço de tempo e partiu para um primeiro tempo muito confiante. Corria o minuto 6 quando Wellington Ferrari, descaído para a direita, rematou para o fundo das redes e colocou o seu conjunto em vantagem. Muito confiantes com o tento alcançado, a New Holland voltou à carga pouco depois e Nuno Beijinha ampliou a contagem aos 8 minutos, fixando o 2-0 e dando uma vantagem relativamente confortável à sua equipa. Os Prodígios viram o seu adversário marcar dois golos, mas não tardaram a erguer-se procurando reduzir a desvantagem. Carlos Patarrana era um dos mais inconformados e por duas vezes esteve perto de marcar, primeiro num remate à entrada da área e, pouco depois, numa tentativa de chapéu que saiu um pouco ao lado do alvo. A partida aproximava-se do intervalo quando a New Holland ampliou para 3-0, com Bruno Rodrigues a surgir isolado, depois de um pontapé de canto favorável aos Prodígios, e a dar o melhor seguimento ao esférico.
A perder por 3-0 ao intervalo, os Prodígios teriam de reagir rapidamente na etapa complementar, para ainda reentrarem na luta pelo resultado. No entanto, a New Holland, orientada por Hugo Machado, estava muito confiante, extremamente organizada e conseguia estancar as tentativas contrárias. Ainda assim, os Prodígios não desistiam de lutar e procuravam o melhor caminho para o fundo das redes adversárias. Filipe Oliveira, Carlos Garcia e Carlos Patarrana levavam a equipa para a frente e tentavam chegar ao golo, mas esbarravam na bem montada equipa da New Holland, que defendia bem e procurava criar perigo através de lances de contra-ataque. Desta forma, os minutos corriam a favor da New Holland, que a cada minuto que passava estava mais perto do triunfo. Ainda assim, os Prodígios revelaram sempre uma excelente atitude e ainda conseguiram reduzir a desvantagem para 1-3, numa grande penalidade bem convertida por Filipe Oliveira. No entanto, o encontro estava já muito perto do final, e o resultado não mais se alterou até ao derradeiro apito.
A New Holland, com um primeiro tempo de bom nível e com Nuno Simões em plano de destaque, entraram com o pé direito nesta 9ª SuperLiga MasterFoot CIF Domingo. Por seu turno, os Prodígios tudo fizeram para evitar o desaire, mas não conseguiram recuperar da madrugadora desvantagem. Carlos Patarrana foi dos mais inconformados e constantes.
Duelos
| New Holland | Prodigios | |
| 2 | JOGOS | 2 |
| 1 | VITÓRIAS | 1 |
| 1 | DERROTAS | 1 |
| 0 | EMPATES | 0 |
| 4 | GOLOS MARCADOS | 5 |
| 5 | GOLOS SOFRIDOS | 4 |
