Nesta noite fria e gélida, o confronto entre estas duas equipas traduziu-se num grande espectáculo de futebol, onde a emoção e os golos estiveram bem presentes. Foi um encontro muito bem disputado, onde as equipas preocuparam-se apenas em tentar praticar um bom futebol, futebol esse, de ataque, tendo sempre na mente a ambição de ganhar e arrecadar o 3 pontos. O conjunto do PSV entrou com uma atitude ganhadora muito forte e logo nos minutos iniciais abriu o marcador, com um lançamento para as costas da defesa, onde surgiu Alexandre Pato rapidíssimo e já dentro da área não mostrou qualquer receio de ser feliz, disparando forte para o fundo das redes. Este golo madrugador veio transmitir ao conjunto do PSV uma maior dose de confiança e empolgamento, o que se traduziu no domínio do jogo, não dando qualquer margem de manobra ao adversário. Não demorou muito tempo para que a vantagem fosse dilatada. Foi ao minuto 12 que o PSV marcaria o seu 2º golo, através de um livre directo, onde Pedro Santos aplicou um forte remate rasteiro no qual o guardião contrário não está isento de culpas. A equipa do SALU tentou inverter o rumo dos acontecimentos e conseguiu equilibrar as operações, ganhando um pouco o duelo a meio campo. Na conversão de um livre sobre esta zona do terreno, o esférico foi bombeado para área do PSV, onde acabou por passar por entre o aglomerado de jogadores e pelo guarda-redes que foi iludido pela trajectória da bola, acabando por definir mal o tempo de salto e permitiu uma autêntica chapelada. Com a diferença reduzida para 1 a 2, os SALU tentaram ir para cima do adversário, impondo uma forte pressão ofensiva mas o seu futebol revelava-se um tanto ou quanto atabalhoado e sem objectividade na hora da finalização. Qualquer das maneira o resultados não sofreu qualquer alteração até ao intervalo. Para o 2º tempo, os SALU entraram com uma atitude bem mais forte sobre o ponto de vista ofensivo, aliado a uma maior clareza de movimentações e objectividade. Remeteram a equipa do PSV para o seu meio campo defensivo, obrigando estes a defender como podiam. Assim sendo o PSV mostrou que quando é hora para arregaçar as mangas e dar as mãos para defender a vantagem, também são capazes disso e revelaram grande organização, espírito de sacrifício e união. E perante o forte assédio dos jogadores do SALU à sua baliza, o PSV num das raras incursões, neste 2º tempo, à baliza adversária, acabou por fazer o seu 3º golo por intermédio de Pedro Santos, para total desespero do guarda-redes SALU. Mas o conjunto SALU não baixou os braços e tentou sempre alterar o rumo do marcador, chegando a reduzir para 2 a 3 através de uma grande penalidade convertida por Duarte Fernandes. Até ao final foi o último sufoco dado por esta equipa na tentativa de chegar ao empate, sendo uma ponta final do jogo imprópria para cardíacos. Vitória muito suada para a equipa PSV.