Com enorme genica, a turma da Exquadra tentou impor o seu futebol perante um adversário ainda à procura do seu fio de jogo. O líder do campeonato iniciou a partida respirando enorme confiança nas suas potencialidades, acreditando que o golo acabaria por aparecer com naturalidade. O certo é que durante a 1ª parte, a Exquadra controlou e dominou por completo o jogo, não dando qualquer tipo de iniciativa ao seu adversário. Aos 16 minutos, o marcador acabou por ser inaugurado por intermédio de Bruno Costa. Pouco minutos depois a vantagem foi ampliada por intermédio de Castro. As sucessivas investidas à baliza do guarda redes Conde começavam agora a ser materializadas em golos. A formação dos Iselianos, nesta 1ª parte, nunca conseguiu elaborar uma jogada com principio, meio e fim. Isso demonstra bem o grau de pressão que o adversário exerceu. Ainda antes do intervalo, a Exquadra dilatou para 3 a 0, com Márcio a cabecear de forma espectacular perante um olhar desamparado do guarda-redes.
Para a 2ª parte, houve uma transfiguração dos Iselianos que deixou toda a gente estupefacta. Logo aos 28 minutos, o avançado Miguel Filipe, deu renovadas esperanças aos seus colegas, ao reduzir para 1 a 3, na cobrança de uma grande penalidade. Dois minutos depois, o mesmo jogador fez o seu 2º golo, após uma transição rápida para o ataque no qual o avançado rematou de primeira e colocado, não dando hipótese de defesa ao guarda-redes. Os Iselianos mostravam-se com enorme personalidade e com vontade de dar a volta ao marcador. O domínio do jogo por parte deste coletivo provocou uma crescente de nervosismo e apreensão na equipa da Exquadra que não conseguiu suster o caudal ofensivo da formação laranja. Mas aos 42 minutos e contra a corrente do jogo, a Exquadra conseguiu obter o seu 4º golo, por intermédio de Ricardo Pinto, que ofereceu oura calma e tranquilidade aos seus companheiros. Mas isso seria apenas momentâneo, já que aos 45 minutos, Miguel Filipe fez o seu hat trick e colocou o marcador em 3 a 4. Até ao final do jogo a pressão foi enorme junto da baliza da Exquadra, com a turma laranja a procurar a todo o custo chegar ao empate, perante uma adversário aflito que jamais sonharia que iria terminar a defender a vitória com "unhas e dentes".