À data deste encontro estas duas equipas ocupavam as ultimas posições da tabela classificativa, encontrando-se em no ultimo posto a formação dos Ibizas a totalizar apenas derrotas nos 3 jogos já disputados. Com uma determinação de ferro, este conjunto entrou em campo com vontade de almejar a vitória. Logo aos 5 minutos num contra-ataque rapidíssimo, surgiram à entrada da área dois jogadores dos Ibizas contra apenas um da Varta, o que originou o 1º golo do encontro, alcançado por Bruno Mendes. A pressão ofensiva da equipa ibiza era muito forte e não tardou que o 2º gol surgisse com Luís Pinto em plano de evidência, após a conversão de um canto. Com 2 a 0 aos 12 minutos, os Ibizas abrandaram um pouco o ritmo do jogo e isso proporcionou ao adversário se recompor e passar a conseguir explanar o seu futebol. Aos 14 minutos, o jogador Beto da Varta-Remington disparou um míssil do meio da rua, ao qual o guardião não conseguiu suster. Apenas um quarto de hora de jogo e já tínhamos 3 golos marcado. O espectáculo continuava, e verificava-se que a formação da Varta-Remington mostrava bastante intranquila e desconcentrada nos lances de bola parada, mais concretamente nos cantos contra. Mesmo assim conseguiu obter a igualdade, aos 21 minutos por Hugo Rafael, num lance um pouco polémico em que a falta foi marcada de forma rápida, o que apanhou a defensiva ibiza desatenta e que foi bem aproveitada pelo médio. Para a 2ª parte e quando estava tudo em aberto, a equipa ibiza tratou de acelerar novamente o ritmo do jogo e aí passou a dominar por completo este 2º tempo. Chegou de forma espantosa à vantagem de 6 a 2, marcando 4 golos sem resposta, estando em plano de evidência Luís Pinto que só à sua conta neste 2º tempo, marcou por 3 vezes, sem contabilizar o auto-golo que faria minutos mais tarde. O resultado final deste encontrou ficou-se por 7 a 4 com uma vitória que não sofre qualquer contestação, perante uma Varta-Remington resignada.