Este era um encontro muito importante para a equipa da TAP M&E que precisava de pelo menos um empate para garantir o acesso à 1ª divisão.Com esse objectivo alcançado estava a formação dos Killers, que apenas teriam que cumprir calendário. A formação dos “aviões” entrou forte no encontro. Com grande empenho e determinação, estes jogadores tentaram marcar cedo e empurrar o seu adversário para o seu meio campo defensivo. Só após um quarto de hora de jogo é que os Killers conseguiram sacudir a pressão e incomodar o guardião, Jorge Picoto, da TAP M&E. Aos 22 minutos o marcador seria inaugurado por Nuno Coelho, com um remate surpreendente de meia distância, colocando em delírio toda a equipa aviadora, inclusive o seu mister. O intervalo chegaria momentos depois, mas nem o descanso retirou o ímpeto e a vontade da TAP em ganhar o encontro. Um minuto depois do reatar da partida, o 2 a 0 surgiria por José Lacerda que chutou forte para a baliza, com o guardião contrário a não conseguir agarrar o esférico e na recarga o mesmo jogador finalizou com êxito. Os Killers não tinham espaço para poderem desenvolver o seu futebol de ataque. A TAP conseguiria chegar aos 3 a 0 por Miguel Costa aos 36 minutos, num ataque rápido que apanhou toda a defesa dos Killers descompensada. Com a vantagem de 3 golos, os jogadores da TAP começaram a descansar à sombra do resultado, o que é perigoso face a um adversário que tem bons argumentos ofensivos. Assim sendo, os Killers reduziram para 3 a 1 por intermédio de Rogério e minutos depois foi a vez de Vítor Albuquerque diminuir a desvantagem para 3 a 2, causando assim o pânico nas hostes da TAP. Sob o espectro de uma reviravolta, a TAP passou alguns momentos finais de grande aperto perante a avalanche ofensiva do adversário, valendo nessa altura o guardião Jorge Picoto, que foi de um verdadeiro herói ao safar por 2 vezes o golo quase certo. Resultado final de 3 a 2 para TAP&ME que assim garantiu o acesso à 1ª divisão juntamente com os Killers.