Foi um jogo cheio de emoção e peripécias, este que pôs frente a frente o 2º classificado da prova, os Killers, diante do último classificado, a Varta-Remington. De facto diante de tanto empenho e determinação de ambas as formações, a figura da partida pela negativa, acabou por ser o árbitro do encontro, que esteve muitos furos abaixo do desejado. Com decisões mal ajuizadas e algo inexplicáveis, com à mistura de falta coerência, o juiz da partida acabou por não estar à altura dos acontecimentos. É de louvar a atitude e a postura dos jogadores em campo e de ambas os conjuntos, que de certa maneira salvaram o jogo e o espectáculo. Foi um encontro muito bem disputado com ambas as formações a jogarem para ganhar. Foi uma partida aberta, de parada resposta, na qual se espelha no resultado que foi de um empate a 6 golos. A Varta-Remignton esteve sempre na frente do marcador, começando o encontro com uma grande dinâmica dos seus jogadores, a par de um boa circulação de bola. Os Killers davam boa réplica ao adversária conseguindo chegar ao empate aos 11 minutos quando já perdiam por 2 a 0. No mesmo minuto rubricaram 2 golos, o que deu outra moral a esta formação. Mas a Varta-Remington voltaria a adiantar no marcador com um tento de Hugo Rafael, que já havia feito o 1º golo do encontro e desta vez voltava a marcar. Ao intervalo o resultado era favorável à Varta-Remington por 3 a 2. No 2º tempo a história voltou a ser a mesma com os Killers sempre a correr atrás do prejuízo podendo inclusive queixarem-se de duas grande penalidades inexistentes que foram assinaladas e convertidas contra. Conseguirem sempre chegar ao empate mas nunca conseguiram passar para a frente do marcador. Já sobre a hora conseguiram o empate a 6 golos com a conversão de um castigo máximo, também este bastante duvidoso, por parte de Nuno Abreu, o que de certa maneira foi como um alívio para esta formação ao conseguir um empate diante do último classificado que rubricou uma excelente exibição.