Nesta 3ª jornada da Liga de Odivelas 7x7 de 4ª feira, a equipa da Curva defrontava um adversário difícil como é o caso da TAP-M&E. Tendo até esta data 1 ponto, a Curva poderia ultrapassar na tabela classificativa a formação da TAP-M&E que contava com 3 pontos. De facto e querendo alcançar a sai 1ª vitória no campeonato, a Curva entrou muito agressiva no encontro, impondo um ritmo no jogo e uma pressão ofensiva fortíssimas. A determinação dos seus jogadores era notória como era notório o balanceamento ofensiva da equipa, pecando apenas pela pouca objectividade dos seus ataques, pois os lances muitas das vezes eram exageradamente lateralizados, havendo pouco remates à baliza. Contudo o domínio era total sobre o adversário que apenas se limitava defender. Mas isto apenas aconteceu durante os primeiros 10 minutos. Nessa altura e contra corrente do jogo, a TAP-M&E marcaria por intermédio de Miguel Costa que num lance extremamente feliz, rematou fraco mas que embateu no defesa contrário e mudou de trajectória, atraiçoando assim o guardião da Curva. Com o resultado em 0 a 1, a TAP-M&E passou a equilibrar o jogo até porque os jogadores da Curva sentiram um pouco o golo, pela maneira como foi sofrido. No entanto iriam ter um aboa oportunidade para poder empatar quando na cobrança de um canto, Nuno Dominguez surgiu solto de marcação dentro da área e cabeceou à vontade rente ao poste. Na resposta a TAP quase que chegaria ao 0 a 2 com Nuno Anino a fazer um jogada individual onde depois de ter passado por um defesa e de driblado o guardião adversário, rematou para a baliza, sendo o esférico desviado por um defesa. Pouco depois seria assinalado grande penalidade contra a Curva a castigar mão na bola. Na conversão do penalty, o guarda-redes Jorge Afonso iria brilhar ao mais alto nível ao defender o castigo máximo. Até ao final da 1ª parte apenas para o realce para a forte pressão que a curva voltou a exercer nos últimos minutos, na tentativa de chegar ao intervalo com o empate. A 2ª parte começou como a 1ª, ou seja, a Curva a pressionar bastante e a TAP a submeter-se à defesa e procurando o contra-ataque. Aos 35 minutos, num lance de ataque bem conseguido pelo corredor esquerdo, surge um cruzamento para o centro da área, onde o jogador da TAP executa na perfeição para o 0 a 2. Este golo afectou em demasia a formação da Curva que se desconcentrou por completo e 1 minuto depois sofria o 3º golo. A TAP relaxou um pouco e numa falha defensiva com perda de bola em zona proibida, dava origem ao golo da Curva. Com o resultado em 1 a 3, a TAP voltou novamente a fazer o seu jogo sólido e organizado e foi aí que apareceu o central Coimbra que aos 41 minutos fez um golo de levantar qualquer estádio, ao fazer um chapéu ao guardião adversário antes do meio campo, após este ter pontapeado o esférico para a frente e se encontrar adiantado. Na jogada imediatamente, a seguir a Curva reduziria para 2 a 4, mas seria insuficiente para evitar a derrota, até porque o jogador da TAP, Coimbra voltava a fazer das suas e num ataque de fúria disparou sobre o meio campo com violência, fazendo a bola entrar no ângulo superior esquerdo. Resultado final de 2 a 5 para TAP-M&E