Estas duas equipas ainda tinham aspirações à passagem aos quartos de final. Desta prova. Para isso teriam que pontuar neste encontro. Os Ibizas desde cedo que mostraram que não estavam ali para brincadeiras e assumiram as rédeas do jogo. Impuseram uma dinâmica muito forte na partida e com um colectivo muito forte quer no aspecto defensivo, quer ofensivo não deram quaisquer espaços de manobras ao adversário. Por isso não foi com surpresa que logo aos 5 minutos o marcador fosse inaugurado por Gonçalo Filipe. Este médio esteve em plano de evidência ao mostrar-se sempre ao longo de todo o encontro sempre muito activo e preponderante no jogo da sua equipa. Aos 14 minutos, foi a vez do médio Luís Pinto “Totti” mostrar os seus dotes de goleador e fazer o gosto ao pé. Com 2 a 0, os Ibizas patenteavam todo o seu domínio e controlo do jogo sem com isto baixassem o ritmo. Assim sendo, aos 19 minutos, José Branco mostrou a sua veia de artilheiro da equipa e como sempre o seu oportunismo e faro dentro da área, alargando a vantagem para 3 a 0. O intervalo veio ajudar a equipas dos Califas a recuperar algumas forças e a definir estratégias. Para a 2º parte os Califas ainda “espernearam” um pouco na tentativa de conseguirem diminuir a desvantagem. Conseguiriam o seu tento de honra por Rui Veira, com um grande tiro de fora da área, que deixou o guarda-redes pregado no relvado. Qualquer das maneiras, foi sol de pouca dura como se costuma dizer, uma vez que os Ibizas se impuseram de imediato e não deram mais oportunidade para os califas brilharem. Com melhores argumentos técnico e tácticos, o conjunto canarinho (Ibizas) passaram a dispor de inúmeras ocasiões para voltar a marcar, sendo uma delas falhada de forma escandalosa por Luís Pinto “Totti”, que após receber um passe de bandeja de José Branco, não conseguiu acertar na bola, tendo a baliza literalmente aberta. Já em cima do apito final, Gonçalo Filipe voltava a marcar e assim fechava a contagem em 4 a 1 para os Ibizas.