Txicuelina vs Racing
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1-2- 22:30
- CIF campo 1
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45' Ricardo Teixeira3' Renato
Reportagem
O Racing é o grande vencedor da Taça desta 12.ª SuperLiga MasterFoot CIF Domingo! Com dois golos marcados nos primeiros minutos de jogo, o Racing alcançou uma vantagem preciosa, que lhe permitiu gerir o encontro diante de uma formação da Txicuelina que nunca se deu por vencida, reduziu a desvantagem e ainda acreditou no empate, que levaria o jogo para as grandes penalidades.
O Racing disputava a segunda final da taça da sua história. Numa época em que desceu de divisão, a equipa "azul-celeste" tinha aqui a oportunidade de salvar a época e ainda conseguir o apuramento para a próxima edição da Liga Europa MasterFoot. De referir que a caminhada do Racing até esta final foi cumprido com vitórias nas grandes penalidades em todas as partidas. Do lado contrário estava a turma da Txicuelina, que realizou um excelente campeonato e ficou a apenas dois pontos da subida ao principal escalão, disputava a primeira final da sua história e procurava um importantíssimo título para o seu palmarés. Estavam pois lançados os dados para uma grande partida e o Racing entrou em campo a todo o gás. Logo à passagem do minuto 3, na sequência de um lance de insistência, o Racing chegou ao tento inaugural, com Renato, ao segundo poste, a rematar pelo "buraco da agulha", entre o guarda-redes e o poste, agitando as redes contrárias pela primeira vez no desafio. A Txicuelina não conseguiu reagir de imediato e foi o Racing que voltou à carga, ampliando a contagem ainda antes de estarem decorridos os primeiros dez minutos de jogo, desta feita com Miguel Simões, à entrada da área, a desferir um remate colocadíssimo, sem qualquer hipótese de defesa para o guarda-redes Pedro Campos. Ainda durante o primeiro tempo, assistiu-se à reacção da Txicuelina, que tentou ligar o seu jogo com Gonçalo Santos e Ricardo Teixeira a pegarem na batuta, desenhando alguns lances de ataque, ainda assim, resolvidos pela defensiva do Racing. Foi mesmo com o Racing em vantagem por 2-0 que chegou o apito para o descanso.
A Txicuelina nunca se deu por vencida. A turma "encarnada" entrou para a etapa complementar de forma acutilante, com Nuno Oliveira a criar perigo junto da baliza à guarda de Moisés Matos e, com o decorrer, dos minutos, ia ficando com algum ascendente no desafio. Ricardo Teixeira era dos mais inconformados e proporcionou uma grande ocasião de golo, num cruzamento milimétrico para o seu companheiro Osvaldo rematar de cabeça a escassos centímetros do poste contrário. O Racing via este assédio adversário e quase colocava um ponto final no encontro, na sequência de um lance rápido, com Miguel Esgalhado a esquivar-se pela esquerda, a endossar para Duarte Vaz e este a atirar à barra. A partida entrava para os derradeiros minutos e a Txicuelina continuava a demonstrar a sua atitude batalhadora, que quase rendia os seus frutos quando Gonçalo Santos, na cobrança de um pontapé livre, enviou o esférico ao poste contrário. A postura da Txicuelina valeu mesmo um golo a cinco minutos do final, com Ricardo Teixeira a conseguir encontrar o caminho para o fundo das redes e contrárias e a devolver a esperança à turma "encarnada". A Txicuelina balanceou-se no ataque, apostou no futebol directo, com os defensores a envolverem-se na dinâmica atacante e com a equipa em busca da igualdade que ainda lhe permitiria levar o encontro para as grandes penalidades. No entanto, o Racing não abriu mão da preciosa vantagem e segurou o triunfo até ao apito final, conquistando um troféu muito importante!
Parabéns ao Racing e à Txicuelina, duas equipas que ofereceram um duelo vibrante, emocionante e com incerteza até final!
O Racing disputava a segunda final da taça da sua história. Numa época em que desceu de divisão, a equipa "azul-celeste" tinha aqui a oportunidade de salvar a época e ainda conseguir o apuramento para a próxima edição da Liga Europa MasterFoot. De referir que a caminhada do Racing até esta final foi cumprido com vitórias nas grandes penalidades em todas as partidas. Do lado contrário estava a turma da Txicuelina, que realizou um excelente campeonato e ficou a apenas dois pontos da subida ao principal escalão, disputava a primeira final da sua história e procurava um importantíssimo título para o seu palmarés. Estavam pois lançados os dados para uma grande partida e o Racing entrou em campo a todo o gás. Logo à passagem do minuto 3, na sequência de um lance de insistência, o Racing chegou ao tento inaugural, com Renato, ao segundo poste, a rematar pelo "buraco da agulha", entre o guarda-redes e o poste, agitando as redes contrárias pela primeira vez no desafio. A Txicuelina não conseguiu reagir de imediato e foi o Racing que voltou à carga, ampliando a contagem ainda antes de estarem decorridos os primeiros dez minutos de jogo, desta feita com Miguel Simões, à entrada da área, a desferir um remate colocadíssimo, sem qualquer hipótese de defesa para o guarda-redes Pedro Campos. Ainda durante o primeiro tempo, assistiu-se à reacção da Txicuelina, que tentou ligar o seu jogo com Gonçalo Santos e Ricardo Teixeira a pegarem na batuta, desenhando alguns lances de ataque, ainda assim, resolvidos pela defensiva do Racing. Foi mesmo com o Racing em vantagem por 2-0 que chegou o apito para o descanso.
A Txicuelina nunca se deu por vencida. A turma "encarnada" entrou para a etapa complementar de forma acutilante, com Nuno Oliveira a criar perigo junto da baliza à guarda de Moisés Matos e, com o decorrer, dos minutos, ia ficando com algum ascendente no desafio. Ricardo Teixeira era dos mais inconformados e proporcionou uma grande ocasião de golo, num cruzamento milimétrico para o seu companheiro Osvaldo rematar de cabeça a escassos centímetros do poste contrário. O Racing via este assédio adversário e quase colocava um ponto final no encontro, na sequência de um lance rápido, com Miguel Esgalhado a esquivar-se pela esquerda, a endossar para Duarte Vaz e este a atirar à barra. A partida entrava para os derradeiros minutos e a Txicuelina continuava a demonstrar a sua atitude batalhadora, que quase rendia os seus frutos quando Gonçalo Santos, na cobrança de um pontapé livre, enviou o esférico ao poste contrário. A postura da Txicuelina valeu mesmo um golo a cinco minutos do final, com Ricardo Teixeira a conseguir encontrar o caminho para o fundo das redes e contrárias e a devolver a esperança à turma "encarnada". A Txicuelina balanceou-se no ataque, apostou no futebol directo, com os defensores a envolverem-se na dinâmica atacante e com a equipa em busca da igualdade que ainda lhe permitiria levar o encontro para as grandes penalidades. No entanto, o Racing não abriu mão da preciosa vantagem e segurou o triunfo até ao apito final, conquistando um troféu muito importante!
Parabéns ao Racing e à Txicuelina, duas equipas que ofereceram um duelo vibrante, emocionante e com incerteza até final!
Duelos
| Txicuelina | Racing | |
| 2 | JOGOS | 2 |
| 1 | VITÓRIAS | 1 |
| 1 | DERROTAS | 1 |
| 0 | EMPATES | 0 |
| 3 | GOLOS MARCADOS | 2 |
| 2 | GOLOS SOFRIDOS | 3 |
