Velha Guarda F.C. vs Internazional
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0-6- 18:00
- CIF campo 2
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24' João Lopes
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27' Hugo Sousa
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37' NA
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38' Hugo Sousa
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41' Sérgio Tavares
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46' Silvino Veiga
Reportagem
Para a 5ª jornada, o Internacional apresentava um fulgor rejubilado pelas férias de verão, e procurava aproveitar o facto do seu oponente Velha Guarda estar desfalcado para esta partida.
Fazendo uso do seu favoritismo, o Internacional iniciou a partida muito pressionante no meio campo contrário, fazendo circular a bola entre os seus elementos mais avançados e usando a visão de João Lopes para comandar as operações. Já Silvino Veiga procurava desequilibrar com dribles curtos e rápidos por forma a abrir espaços na defesa comandada por Paulo Garrucho. Do lado da Velha Guarda, a produção ofensiva era escassa, somente lances de contra ataque eram capazes de causar algum "sururu" na defensiva contrária, pela esquerda Nuno Simões e pela direita Humberto Silva, ameaçavam a qualquer altura "tirar um coelho da cartola", funcionando como laterais ofensivos durante a posse de bola da sua equipa, e como defesas no invés. O Internacional bem tentava incomodar o guardião da Velha Guarda com remates de meia distancia, dada a dificuldade de penetrar pela sua defesa, mas Luís Cunha esteve sempre à altura do desafio quando foi chamado a intervir. Pouco antes de chegar o intervalo, a Velha Guarda teve uma ocasião que fez virar o jogo, em situação de um para um, o guarda-redes do Internacional Boa Vida levou a melhor e no contra ataque um derrube na área da Velha Guarda valeu a inauguração do marcador através de uma grande penalidade, João Lopes não tremeu na altura de converter o castigo máximo.
No segundo tempo, o Internacional motivado pela vantagem entrou determinado a procurar dilatar a sua vantagem, bastaram dois minutos para Hugo Sousa aproveitar um excelente entendimento colectivo para fazer o 2-0 após "tabelinha" à entrada da área. A partir daqui, a Velha Guarda desmobilizou algumas peças da sua defesa na procura do golo que lhes renova-se a esperança, Miguel Pita ainda tentou fazer uso do seu fortíssimo pontapé, mas a direcção da bola nunca foi a desejada. Entretanto, emergia uma peça no meio campo do Internacional, Joaquim Sozinho jogava e fazia jogar, consequentemente a bola entrou por mais três vezes na baliza da Velha Guarda aos minutos 37, 38 e 41, com Hugo Sousa a bisar e Sérgio Tavares a assinarem os tentos. Até final, um par de situações da Velha Guarda junto da baliza contrária, mas nada que Boa Vida não resolve-se com aparente tranquilidade, e mais um golo para o Internacional, Silvino Veiga ao minuto 46 a fechar o resultado em 6-0.
Uma vitória aparentemente fácil para os homens do Internacional, que na verdade tiveram uma equipa que soube lutar enquanto pode, e que deixou a pensar como seria o segundo tempo se não tivesse consentido a grande penalidade no final da primeira parte.
Fazendo uso do seu favoritismo, o Internacional iniciou a partida muito pressionante no meio campo contrário, fazendo circular a bola entre os seus elementos mais avançados e usando a visão de João Lopes para comandar as operações. Já Silvino Veiga procurava desequilibrar com dribles curtos e rápidos por forma a abrir espaços na defesa comandada por Paulo Garrucho. Do lado da Velha Guarda, a produção ofensiva era escassa, somente lances de contra ataque eram capazes de causar algum "sururu" na defensiva contrária, pela esquerda Nuno Simões e pela direita Humberto Silva, ameaçavam a qualquer altura "tirar um coelho da cartola", funcionando como laterais ofensivos durante a posse de bola da sua equipa, e como defesas no invés. O Internacional bem tentava incomodar o guardião da Velha Guarda com remates de meia distancia, dada a dificuldade de penetrar pela sua defesa, mas Luís Cunha esteve sempre à altura do desafio quando foi chamado a intervir. Pouco antes de chegar o intervalo, a Velha Guarda teve uma ocasião que fez virar o jogo, em situação de um para um, o guarda-redes do Internacional Boa Vida levou a melhor e no contra ataque um derrube na área da Velha Guarda valeu a inauguração do marcador através de uma grande penalidade, João Lopes não tremeu na altura de converter o castigo máximo.
No segundo tempo, o Internacional motivado pela vantagem entrou determinado a procurar dilatar a sua vantagem, bastaram dois minutos para Hugo Sousa aproveitar um excelente entendimento colectivo para fazer o 2-0 após "tabelinha" à entrada da área. A partir daqui, a Velha Guarda desmobilizou algumas peças da sua defesa na procura do golo que lhes renova-se a esperança, Miguel Pita ainda tentou fazer uso do seu fortíssimo pontapé, mas a direcção da bola nunca foi a desejada. Entretanto, emergia uma peça no meio campo do Internacional, Joaquim Sozinho jogava e fazia jogar, consequentemente a bola entrou por mais três vezes na baliza da Velha Guarda aos minutos 37, 38 e 41, com Hugo Sousa a bisar e Sérgio Tavares a assinarem os tentos. Até final, um par de situações da Velha Guarda junto da baliza contrária, mas nada que Boa Vida não resolve-se com aparente tranquilidade, e mais um golo para o Internacional, Silvino Veiga ao minuto 46 a fechar o resultado em 6-0.
Uma vitória aparentemente fácil para os homens do Internacional, que na verdade tiveram uma equipa que soube lutar enquanto pode, e que deixou a pensar como seria o segundo tempo se não tivesse consentido a grande penalidade no final da primeira parte.
Duelos
| Velha Guarda F.C. | Internazional | |
| 2 | JOGOS | 2 |
| 0 | VITÓRIAS | 2 |
| 2 | DERROTAS | 0 |
| 0 | EMPATES | 0 |
| 0 | GOLOS MARCADOS | 12 |
| 12 | GOLOS SOFRIDOS | 0 |
