Os Serviços Sociais Montepio Geral levaram a melhor sobre o Belenenses Vintage por 3-1, na 1.ª jornada do Grupo D da Taça.
Partida que arrancou com as duas equipas balanceadas para o ataque, na tentativa de inaugurarem o marcador. Logo no primeiro minuto, Ricardo Ferreira (Belenenses Vintage) atirou por cima, após um bom trabalho coletivo. Ao minuto 3, melhor sorte teve a equipa do Montepio que festejou o primeiro golo por intermédio de Marco Neves. Jogada de insistência na área contrária, com Francisco Henriques a dispor da primeira tentativa e a permitir a defesa de Guelras, que já não conseguiu parar a recarga de Marco. Quando o relógio assinalava o minuto 6, o redes do Montepio impediu o golo do empate com uma defesa bastante vistosa. Na resposta, Francisco Henriques voltou a tentar a sua sorte, mas Guelras estava no sítio certo para segurar o esférico. Pouco depois, surgiu o segundo para a turma orientada por Paulo Castro, numa finalização precisa do pé direito de Pedro Duarte à boca da baliza. Até ao final do primeiro tempo, as melhores oportunidades pertenceram ao conjunto de Fábio Neves e companhia, nomeadamente através de Pedro Duarte, que travou um duelo bastante interessante com o guardião Guelras (18, 20 e 22 minutos).
No segundo tempo, a predisposição ofensiva do conjunto capitaneado por Marco Neves não deu sinais de abrandar, tendo sido premiado com mais um tento quando decorria o minuto 35. Jogada conduzida por Francisco Henriques que driblou sobre um adversário, puxou a bola para o meio e aplicou um remate forte de pé esquerdo que só parou no fundo das redes. Com uma vantagem bastante confortável, os atletas listados de laranja e roxo procuraram gerir o resultado ao baixar o ritmo de jogo, não impedindo, contudo, o adversário de ameaçar o golo com algumas boas oportunidades. Aos 37 minutos, Mateus seguiu com o esférico controlado e rematou para uma boa intervenção do redes do Montepio. No minuto seguinte, o talentoso atleta dos azuis voltou a tentar remar contra a maré, mas a sua tentativa acabou por passar ao lado do poste esquerdo. Pouco depois, a formação de Miguel Verdugo e companhia chegou, de forma justa, ao golo de honra. Ricardo Ferreira inseriu o seu nome na lista de marcadores, após corresponder da melhor forma a um cruzamento com régua e esquadro de um companheiro no corredor direito. Com pouco tempo para inverter o rumo dos acontecimentos, a formação do Belenenses Vintage não encontrou a inspiração para voltar a ferir o adversário, que se mostrou sólido no setor defensivo até ao apito final do árbitro.