ULTRA VI'S vs Mystic Ten
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2-6- 20:00
- AirFut 1
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12' Nuno Costa
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48' Marco Venâncio34' Artur Freitas
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45' Artur Freitas
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47' Artur Freitas
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50' João Zagalo
Reportagem
Este era um dos jogos mais aguardados desta jornada já que punha frente-a-frente duas das principais favoritas ao título. No jogo da primeira fase, o equilíbrio tinha sido a nota dominante tendo, na altura, o Mystic Ten vencido por 3-2.
Contudo, o jogo ficou marcado pelas ausências de alguns dos principais jogadores de ambas as equipas. Pedro Leal, por parte dos Ultras, constituiu baixa de vulto. Por parte do Mystic Ten, notou-se a ausência de Renato Barbosa, melhor marcador da competição. A primeira parte do encontro foi, tal como se esperava, muito equilibrada pese embora a maior supremacia por parte dos Ultras. Marco Venâncio foi, indiscutivelmente, um dos seus jogadores mais inconformados tendo inclusive rematado à trave da baliza de João Caliça. Contudo, e aproveitando um erro da defensiva contrária, João Zagalo inaugurou o marcador para o Mystic Ten. Este era um resultado algo injusto para os Ultras VI´s que foram imediatamente em busca do prejuízo. Face ao volume ofensivo desta equipa foi, sem supresa, que Nuno Costa a passe de Luís Alves restabeleceu, aos 12 minutos, a igualdade. Até ao intervalo, o perigo voltou a rondar a baliza do Mystic Ten mas Carlos Coelho, com um remate ao poste, e Nuno Costa, com um potente tiro ao lado da baliza contrária, foram incapazes de colocar a sua equipa em vantagem. Ao intervalo, o empate era um resultado injusto para os Ultras VI´s.
Porém, no segundo tempo, tudo mudou. Artur Freitas, que não jogou no primeiro tempo, entrou a todo o gás e alterou por completo o rumo dos acontecimentos. Em sete minutos, apontou três golos sensacionais que colocaram a sua equipa a vencer por 4-1, algo que parecia impensável ao intervalo da partida. Destaque para o seu segundo tento, uma jogada fantástica individual em que ultrapassou uma série de jogadores contrários só parando quando introduziu a bola na baliza de João Tiago. Aos 41 minutos, e novamente a passe de Artur Freitas, Ricardo Gonçalves fez o 5-1 para o Mystic Ten. Apesar de jogarem em inferioridade numérica devido à expulsão de Luís Alves, os Ultras VI´s não baixaram os braços e Marco Venâncio, com um forte remate de fora da área fez um golo muito bonito reduzindo para 5-2. Todavia, já perto do apito final do árbitro, Ricardo Gonçalves bisou na partida estabelecendo o resultado final em 6-2.
A vitória do Mystic Ten não sofre contestação atendendo à excelente segunda parte realizada. Contudo, e atendendo à melhor exibição dos Ultras VI´s na primeira parte, o resultado é muito pesado para esta equipa.
Marco Venâncio e Carlos Coelho foram os melhores jogadores dos Ultra VI´s. Do lado do Mystic Tem destaque para as exibições de Artur Freitas e Ricardo Gonçalves.
Contudo, o jogo ficou marcado pelas ausências de alguns dos principais jogadores de ambas as equipas. Pedro Leal, por parte dos Ultras, constituiu baixa de vulto. Por parte do Mystic Ten, notou-se a ausência de Renato Barbosa, melhor marcador da competição. A primeira parte do encontro foi, tal como se esperava, muito equilibrada pese embora a maior supremacia por parte dos Ultras. Marco Venâncio foi, indiscutivelmente, um dos seus jogadores mais inconformados tendo inclusive rematado à trave da baliza de João Caliça. Contudo, e aproveitando um erro da defensiva contrária, João Zagalo inaugurou o marcador para o Mystic Ten. Este era um resultado algo injusto para os Ultras VI´s que foram imediatamente em busca do prejuízo. Face ao volume ofensivo desta equipa foi, sem supresa, que Nuno Costa a passe de Luís Alves restabeleceu, aos 12 minutos, a igualdade. Até ao intervalo, o perigo voltou a rondar a baliza do Mystic Ten mas Carlos Coelho, com um remate ao poste, e Nuno Costa, com um potente tiro ao lado da baliza contrária, foram incapazes de colocar a sua equipa em vantagem. Ao intervalo, o empate era um resultado injusto para os Ultras VI´s.
Porém, no segundo tempo, tudo mudou. Artur Freitas, que não jogou no primeiro tempo, entrou a todo o gás e alterou por completo o rumo dos acontecimentos. Em sete minutos, apontou três golos sensacionais que colocaram a sua equipa a vencer por 4-1, algo que parecia impensável ao intervalo da partida. Destaque para o seu segundo tento, uma jogada fantástica individual em que ultrapassou uma série de jogadores contrários só parando quando introduziu a bola na baliza de João Tiago. Aos 41 minutos, e novamente a passe de Artur Freitas, Ricardo Gonçalves fez o 5-1 para o Mystic Ten. Apesar de jogarem em inferioridade numérica devido à expulsão de Luís Alves, os Ultras VI´s não baixaram os braços e Marco Venâncio, com um forte remate de fora da área fez um golo muito bonito reduzindo para 5-2. Todavia, já perto do apito final do árbitro, Ricardo Gonçalves bisou na partida estabelecendo o resultado final em 6-2.
A vitória do Mystic Ten não sofre contestação atendendo à excelente segunda parte realizada. Contudo, e atendendo à melhor exibição dos Ultras VI´s na primeira parte, o resultado é muito pesado para esta equipa.
Marco Venâncio e Carlos Coelho foram os melhores jogadores dos Ultra VI´s. Do lado do Mystic Tem destaque para as exibições de Artur Freitas e Ricardo Gonçalves.
Duelos
| ULTRA VI'S | Mystic Ten | |
| 2 | JOGOS | 2 |
| 0 | VITÓRIAS | 2 |
| 2 | DERROTAS | 0 |
| 0 | EMPATES | 0 |
| 4 | GOLOS MARCADOS | 9 |
| 9 | GOLOS SOFRIDOS | 4 |
