Boss Team vs Mystic Ten
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1-10- 20:00
- AirFut 1
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23' Pedro Arsenio16' Nelson Grilo
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24' Artur Freitas
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27' Artur Freitas
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35' Artur Freitas
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35' Nelson Grilo
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39' Artur Freitas
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40' Nelson Grilo
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49' Nelson Grilo
Reportagem
À entrada para esta jornada, a Mystic Ten tinha já assegurado o primeiro lugar fruto de seis vitórias em outros tantos encontros. Por seu turno, a Boss Team tinha apenas um triunfo em seis partidas. Como tal, o favoritismo pendia todo para o Mystic Ten. Contudo, o jogo começou bastante equilibrado e até com sinal mais por parte da Boss Team que criou perigo por intermédio de Paulo Duarte e Pedro Arsénio. A Mystic Ten respondeu por intermédio de Artur Freitas mas Cláudio Ferreira quase abriu o activo para a Boss Team. Valeu a intervenção do guardião João Caliça a evitar o golo dos laranjas. Contudo, aos 16 minutos, e contra a corrente de jogo, Nélson Grilo a passe de Artur Freitas inaugurou o marcador. Parecia que este golo terminaria com as esperanças da Boss Team em obter um resultado positivo mas, aos 23 minutos, com um remate certeiro, Pedro Arsénio restabeleceu a igualdade. Porém, a festa dos laranjas durou pouco e, um minuto volvido, Artur Freitas com um golo fantástico voltou a colocar a Mystic Ten na frente do marcador. Após rodopiar sobre um adversário, Artur Freitas atirou forte e colocado não dando hipóteses a João Silva. Ao intervalo, o resultado de 2-1 era algo injusto para a Boss Team.
No segundo tempo, tudo foi diferente. Logo aos 27 minutos, António Pinto cabeceou à trave com a bola a sobrar para Artur Freitas que, muito oportuno, ampliou a vantagem para 3-1. A Boss Team acusou em demasia este golo e não mais se encontrou. Este golo coincidiu com a quebra física dos jogadores da Boss Team o que foi muito bem aproveitado pela Mystic Ten. Depois de em 35 minutos ter apontado três golos, a Mystic Ten faria sete tentos em apenas 15 minutos. Este indicador traduz claramente que a Boss Team após o 3-1 não teve mais forças para contrariar o poderio do seu antagonista. Como tal, não foi assim de estranhar o dilatar do resultado. Nélson Grilo, Artur Freitas e Ricardo Gonçalves foram os marcadores de serviço, com os dois primeiros a apontarem quatro tentos cada um e o último a apontar os dois restantes. Nestes 15 minutos houve golos para todos os gostos mas desatacamos aqui dois desses golos: um de calcanhar de Nélson Grilo, após cruzamento de Artur Freitas, e outro de cabeça concretizado por Ricardo Gonçalves.
A vitória da Mystic Ten não sofre contestação mas o resultado final não traduz o que se passou ao longo dos 50 minutos, mas sim o que passou nos últimos 15 minutos. Nos primeiros 35 minutos, o jogo foi equilibrado com a Boss Team a dar boa réplica e a conseguir bater o pé à poderosa Mystic Ten que, contudo, não contou com Renato Barbosa, um dos seus melhores jogadores.
Paulo Duarte e Pedro Arsénio foram os melhores em campo por parte da Boss Team. Do lado da Mystic Ten, Nélson Grilo e Artur Freitas estiveram em destaque.
No segundo tempo, tudo foi diferente. Logo aos 27 minutos, António Pinto cabeceou à trave com a bola a sobrar para Artur Freitas que, muito oportuno, ampliou a vantagem para 3-1. A Boss Team acusou em demasia este golo e não mais se encontrou. Este golo coincidiu com a quebra física dos jogadores da Boss Team o que foi muito bem aproveitado pela Mystic Ten. Depois de em 35 minutos ter apontado três golos, a Mystic Ten faria sete tentos em apenas 15 minutos. Este indicador traduz claramente que a Boss Team após o 3-1 não teve mais forças para contrariar o poderio do seu antagonista. Como tal, não foi assim de estranhar o dilatar do resultado. Nélson Grilo, Artur Freitas e Ricardo Gonçalves foram os marcadores de serviço, com os dois primeiros a apontarem quatro tentos cada um e o último a apontar os dois restantes. Nestes 15 minutos houve golos para todos os gostos mas desatacamos aqui dois desses golos: um de calcanhar de Nélson Grilo, após cruzamento de Artur Freitas, e outro de cabeça concretizado por Ricardo Gonçalves.
A vitória da Mystic Ten não sofre contestação mas o resultado final não traduz o que se passou ao longo dos 50 minutos, mas sim o que passou nos últimos 15 minutos. Nos primeiros 35 minutos, o jogo foi equilibrado com a Boss Team a dar boa réplica e a conseguir bater o pé à poderosa Mystic Ten que, contudo, não contou com Renato Barbosa, um dos seus melhores jogadores.
Paulo Duarte e Pedro Arsénio foram os melhores em campo por parte da Boss Team. Do lado da Mystic Ten, Nélson Grilo e Artur Freitas estiveram em destaque.
Duelos
| Boss Team | Mystic Ten | |
| 1 | JOGOS | 1 |
| 0 | VITÓRIAS | 1 |
| 1 | DERROTAS | 0 |
| 0 | EMPATES | 0 |
| 1 | GOLOS MARCADOS | 10 |
| 10 | GOLOS SOFRIDOS | 1 |
Histórico de duelos
| Torneio | Competições | Resultado | Golos |
|---|---|---|---|
| CCD Covina Cup 2009 | 2009-07-05 | Vitória Mystic Ten | 1-10 |
