ULTRA VI'S vs Mystic Ten
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2-3- 21:00
- AirFut 1
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25' Carlos Coelho13' Artur Freitas
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49' Hélder Tomás38' Artur Freitas
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50' Renato Barbosa
Reportagem
Este era o jogo mais aguardado desta jornada já que colocava frente-a-frente os dois primeiros classificados desta competição. Com cinco vitórias em outros tantos encontros realizados, tanto Ultra VI´s como Mystic Ten pretendiam vencer este tira-teimas para estarem na melhor posição possível para ganharem a primeira fase deste torneio. Escusado será dizer que se aguardava um jogo intenso e bastante disputado. Apesar de ambas as equipas já estarem apuradas para a segunda fase, ninguém queria perder este encontro. Os Ultra VI´s entraram melhor e Marco Venâncio esteve por diversas vezes perto de inaugurar o marcador. Contudo, o guardião João Caliça e o poste inviabilizaram os intentos deste jogador. Aous poucos, o Mystic Ten foi reagindo e Renato Barbosa deu o primeiro aviso. Dois minutos depois, Artur Freitas não falharia mesmo batendo João Tiago pela primeira vez. Os Ultras não acusaram o revés e foram de imediato à procura do tento da igualdade. Depois de Pedro Leal e Nuno Costa terem ficado próximos de o conseguir, Carlos Coelho empataria mesmo a partida na sequência de um lançamento lateral surpreendendo o último reduto da Mystic Ten. Ao intervalo, a igualdade aceitava-se plenamente.
No reatamento, o jogo foi ainda mais disputado com as duas equipas a empenharem-se a fundo e, por vezes, a roçarem mesmo uma dureza desnecessária que não se justifica num torneio entre colegas de profissão. Neste segundo tempo, o Mystic Ten entrou melhor e, aos poucos, foi-se acercando da baliza contrária. Depois de algumas oportunidades desperdiçadas, Artur Freitas voltou a mostrar toda a sua qualidade batendo João Tiago pela segunda vez. A perder novamente, os Ultras procuraram chegar à igualdade aproveitando o facto de terem mais suplentes que a equipa contrária que estava a acusar o desgaste normal de actuar sempre com o mesmo cinco. Porém, só aos 49 minutos, e após uma jogada confusa, Hélder Tomás faria o tento da igualdade que adivinhava-se permaneceria até final. Nada mais falso. No pontapé de saída, Renato Barbosa rematou directamente à baliza surpreendendo João Tiago e oferecendo a vitória à sua equipa.
Num jogo extremamente disputado, a igualdade talvez fosse o resultado mais justo. No entanto, a maior eficácia no capítulo da finalização de Artur Freitas e Renato Barbsoa fez a diferença.
Pedro Leal e Marco Venâncio foram os melhores em campo na equipa dos Ultra VI´s. Do lado do Mystic Ten, destaque para as exibições de Artur Freitas e Renato Barbosa.
No reatamento, o jogo foi ainda mais disputado com as duas equipas a empenharem-se a fundo e, por vezes, a roçarem mesmo uma dureza desnecessária que não se justifica num torneio entre colegas de profissão. Neste segundo tempo, o Mystic Ten entrou melhor e, aos poucos, foi-se acercando da baliza contrária. Depois de algumas oportunidades desperdiçadas, Artur Freitas voltou a mostrar toda a sua qualidade batendo João Tiago pela segunda vez. A perder novamente, os Ultras procuraram chegar à igualdade aproveitando o facto de terem mais suplentes que a equipa contrária que estava a acusar o desgaste normal de actuar sempre com o mesmo cinco. Porém, só aos 49 minutos, e após uma jogada confusa, Hélder Tomás faria o tento da igualdade que adivinhava-se permaneceria até final. Nada mais falso. No pontapé de saída, Renato Barbosa rematou directamente à baliza surpreendendo João Tiago e oferecendo a vitória à sua equipa.
Num jogo extremamente disputado, a igualdade talvez fosse o resultado mais justo. No entanto, a maior eficácia no capítulo da finalização de Artur Freitas e Renato Barbsoa fez a diferença.
Pedro Leal e Marco Venâncio foram os melhores em campo na equipa dos Ultra VI´s. Do lado do Mystic Ten, destaque para as exibições de Artur Freitas e Renato Barbosa.
Duelos
| ULTRA VI'S | Mystic Ten | |
| 2 | JOGOS | 2 |
| 0 | VITÓRIAS | 2 |
| 2 | DERROTAS | 0 |
| 0 | EMPATES | 0 |
| 4 | GOLOS MARCADOS | 9 |
| 9 | GOLOS SOFRIDOS | 4 |
