Compact Records vs Lusitanos
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3-0- 21:30
- Alfena Campo 2
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22' André Sousa
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30' Enoque Pires
Reportagem
Compact Records carimba passaporte para a Final da primeira edição da Liga dos Campeões, ao vencer o Lusitanos por 3-0 com uma exibição personalizada da equipa "Maiata".
Num encontro onde estava em disputa a prestigiante presença para embate final da Liga "Milionária", as formações sabiam que teriam que ultrapassar mais um duro obstáculo. O Lusitanos vinha de se ter consagrado Campeão da 9ª Superliga Masterfoot Porto (Valongo) uns dias antes e mostrava-se bastante confiante para discutir outro dos seus principais objetivos na presente época. Por outro lado, a equipa do Compact Records tinha a esperança de poder acrescentar mais um sonante troféu ao seu palmares e para isso, tinha que concentrar todo o seu foco neste duro desafio. Conscienciosos disso mesmo, a formação da casa foi a primeira a levar perigo à baliza adversaria. Enoque Pires tentou surpreender Nuno Sousa com um remate do meio campo logo que o árbitro sonorizou o apito inicial, demostrando de forma clara que não estavam dispostos a facilitar em nada a vida ao adversário, que por sua vez, via o esférico errar o alvo. A equipa forasteira tentou reagir logo de seguida, isto porque Jonathan Leal não deu o melhor seguimento a um cruzamento remate de Wilson Brites, depois do médio ter estado em evidência ao ter protagonizado bom lance individual na linha. Os minutos prosseguiam e era à formação "Maiata" que pertencia um maior controlo das operações. Dominique Almeida era um dos mais inconformados da sua equipa e as suas acelerações foram quase sempre uma enorme dor de cabeça para o rival. De cabeça também, foi dessa forma que Hermano José quase inaugurou o marcador, isto porque numa conversão de um pontapé de canto, o defesa subiu mais alto do que o seu opositor direto e atirou por cima do alvo pretendido. No entanto, a formação do Lusitanos apresentava-se muito coesa e bem colocada em campo, aproveitando sempre que podiam para contra-atacar com perigo. Foi dessa forma que Ângelo Silva viu Carlos Nazaré negar-lhe o golo, depois de uma recuperação de bola, o médio foi lançado de forma rápida, não tendo conseguido desfeitear o guardião que se mostrou importante para manter o nulo. As equipas começavam a mexer-se a partir do banco e uma dupla substituição da formação do Compact Records veio a revelar-se decisiva. Hélder Manim deu outra frescura ao meio campo da equipa orientada por Manuel Paiva, enquanto Rui Marinho tentava por a sua irreverência em zona mais adiantada do terreno. Foi já bem perto do término do primeiro tempo que o marcador sofreu alterações. Rui Marinho recebeu uma bola de costas para a baliza e mesmo sofrendo a pressão de dois defesas, conseguiu assistir André Sousa que se encontrava solto e liberto em zona frontal, ao qual desferiu um violento remate que só foi travado pelas redes, fixado o resultado em 1-0 ao intervalo.
Os segundos 25 minutos, trouxeram a equipa dos Lusitanos com outra disposição no terreno, subindo as suas linhas, tentando dessa forma uma mecanização ofensiva mais objetiva para surpreender o adversário. No entanto, do outro lado estava uma equipa bastante experiente, que aproveitou essa mudança tática para benefício próprio. Enoque Pires é um jogador de enorme talento e com espaço é praticamente letal. Foi dessa forma que deu uma vantagem mais tranquilizadora a sua formação, quando aproveitou um lance dividido para ganhar metros e atirar de forma certeira para o fundo da baliza de Nuno Sousa. A vantagem de dois golos trouxe um conforto maior á equipa do Compact Records que passou a gerir os "timings" do jogo com bola, dificultado dessa forma a iniciativa ao rival. Ainda assim, Dominique Almeida quis condecorar a sua exibição com brilho, o capitão nesta partida não desperdiçou a oportunidade de escrever o seu nome na lista dos marcadores ao ser o autor de um fantástico remate do meio da rua que levou selo de golo, fixando assim o resultado final em 3-0.
Com esta vitória, o Compact Records tornasse assim um dos dois primeiros finalista na primeira edição da Liga dos Campeões, enfrentado o The River Football Club na grande final. Já o Lusitanos, apesar da derrota, confirma assim uma época bastante positiva, tendo abandonado a competição na semifinal da prova.
Num encontro onde estava em disputa a prestigiante presença para embate final da Liga "Milionária", as formações sabiam que teriam que ultrapassar mais um duro obstáculo. O Lusitanos vinha de se ter consagrado Campeão da 9ª Superliga Masterfoot Porto (Valongo) uns dias antes e mostrava-se bastante confiante para discutir outro dos seus principais objetivos na presente época. Por outro lado, a equipa do Compact Records tinha a esperança de poder acrescentar mais um sonante troféu ao seu palmares e para isso, tinha que concentrar todo o seu foco neste duro desafio. Conscienciosos disso mesmo, a formação da casa foi a primeira a levar perigo à baliza adversaria. Enoque Pires tentou surpreender Nuno Sousa com um remate do meio campo logo que o árbitro sonorizou o apito inicial, demostrando de forma clara que não estavam dispostos a facilitar em nada a vida ao adversário, que por sua vez, via o esférico errar o alvo. A equipa forasteira tentou reagir logo de seguida, isto porque Jonathan Leal não deu o melhor seguimento a um cruzamento remate de Wilson Brites, depois do médio ter estado em evidência ao ter protagonizado bom lance individual na linha. Os minutos prosseguiam e era à formação "Maiata" que pertencia um maior controlo das operações. Dominique Almeida era um dos mais inconformados da sua equipa e as suas acelerações foram quase sempre uma enorme dor de cabeça para o rival. De cabeça também, foi dessa forma que Hermano José quase inaugurou o marcador, isto porque numa conversão de um pontapé de canto, o defesa subiu mais alto do que o seu opositor direto e atirou por cima do alvo pretendido. No entanto, a formação do Lusitanos apresentava-se muito coesa e bem colocada em campo, aproveitando sempre que podiam para contra-atacar com perigo. Foi dessa forma que Ângelo Silva viu Carlos Nazaré negar-lhe o golo, depois de uma recuperação de bola, o médio foi lançado de forma rápida, não tendo conseguido desfeitear o guardião que se mostrou importante para manter o nulo. As equipas começavam a mexer-se a partir do banco e uma dupla substituição da formação do Compact Records veio a revelar-se decisiva. Hélder Manim deu outra frescura ao meio campo da equipa orientada por Manuel Paiva, enquanto Rui Marinho tentava por a sua irreverência em zona mais adiantada do terreno. Foi já bem perto do término do primeiro tempo que o marcador sofreu alterações. Rui Marinho recebeu uma bola de costas para a baliza e mesmo sofrendo a pressão de dois defesas, conseguiu assistir André Sousa que se encontrava solto e liberto em zona frontal, ao qual desferiu um violento remate que só foi travado pelas redes, fixado o resultado em 1-0 ao intervalo.
Os segundos 25 minutos, trouxeram a equipa dos Lusitanos com outra disposição no terreno, subindo as suas linhas, tentando dessa forma uma mecanização ofensiva mais objetiva para surpreender o adversário. No entanto, do outro lado estava uma equipa bastante experiente, que aproveitou essa mudança tática para benefício próprio. Enoque Pires é um jogador de enorme talento e com espaço é praticamente letal. Foi dessa forma que deu uma vantagem mais tranquilizadora a sua formação, quando aproveitou um lance dividido para ganhar metros e atirar de forma certeira para o fundo da baliza de Nuno Sousa. A vantagem de dois golos trouxe um conforto maior á equipa do Compact Records que passou a gerir os "timings" do jogo com bola, dificultado dessa forma a iniciativa ao rival. Ainda assim, Dominique Almeida quis condecorar a sua exibição com brilho, o capitão nesta partida não desperdiçou a oportunidade de escrever o seu nome na lista dos marcadores ao ser o autor de um fantástico remate do meio da rua que levou selo de golo, fixando assim o resultado final em 3-0.
Com esta vitória, o Compact Records tornasse assim um dos dois primeiros finalista na primeira edição da Liga dos Campeões, enfrentado o The River Football Club na grande final. Já o Lusitanos, apesar da derrota, confirma assim uma época bastante positiva, tendo abandonado a competição na semifinal da prova.
Vídeos
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Duelos
| Compact Records | Lusitanos | |
| 6 | JOGOS | 6 |
| 2 | VITÓRIAS | 2 |
| 2 | DERROTAS | 2 |
| 2 | EMPATES | 2 |
| 12 | GOLOS MARCADOS | 10 |
| 10 | GOLOS SOFRIDOS | 12 |
Histórico de duelos
| Torneio | Competições | Resultado | Golos |
|---|---|---|---|
| Final Regional MasterFoot Porto 2014 | 2014-11-02 | Vitória Lusitanos | 0-1 |
| 10ª SuperLiga MasterFoot Porto (Valongo) | 2014-09-28 | Empate | 3-3 |
| 9ª SuperLiga MasterFoot Porto (Valongo) | 2014-06-15 | Vitória Compact Records | 3-0 |
| 9ª SuperLiga MasterFoot Porto (Valongo) | 2014-06-08 | Vitória Lusitanos | 2-3 |
| 9ª SuperLiga MasterFoot Porto (Valongo) | 2014-04-27 | Vitória Compact Records | 1-2 |
| 7ª SuperLiga MF Porto (Valongo) | 2013-03-10 | Empate | 2-2 |
