Trata-se de um jogo muito importante para ambas as equipas, pois na jornada inaugural as equipas não entraram com o pé direito na competição. Estando com aspirações para a entrada na 1ª divisão, era importante nesta jornada arrancar uma vitória. Foi de forma rompante a equipa dos N.O.T. entraram em campo e logo na primeira jogada do encontro puseram em sentido o guardião adversário com um remate estrondoso à barra. Mas foi sol de pouca dura, como se costuma dizer, pois a partida entrou numa toada muito pausada e monótona. Apesar de se verificar que os NOT tinham maior domínio no jogo, o que é certo que não conseguiu traduzir isso em jogadas de perigo, já era tudo feito de forma muito denunciada e lenta. O golo apenas poderia surgir nesta partida através de alguma falha de concentração e desequilíbrio defensivo. Foi o que sucedeu mas no meio campo defensivo dos NOT com o avançado dos Profissionais, Abreu, a não perdoar e abris o activo. Talvez fosse necessário ter que sofrer este golo para os jogadores do NOT despertarem. Com o golo sofrido a equipa aumentou o ritmo do jogo e passou a jogar com maior vivacidade e dinamismo. Já perto do intervalo conseguiram empatar por Carlos Gonçalves num remate de meia distância que contou a colaboração do guardião contrário, que ficou muito mal na fotografia, ao deixar passar a bola por entre as pernas. No 2º tempo a formação dos Profissionais quebraram fisicamente e aí foi tudo mais fácil para os NOT. Os golos começaram a surgir com muita naturalidade e com demasiada facilidade. A juntar à quebra física, os níveis psicológicos também já eram débeis e quando assim é, torna-se difícil. Os NOT alcançaram um importante triunfo na luta pelo apuramento para a 1ª divisão. Quanto aos Profissionais, com esta derrota pesadíssima de 7 a 1 vê-se praticamente na 2ª divisão.