Ao fim de muitos meses de competição chegávamos ao fim desta SuperLiga MasterFoot. Para este último dia de competição tínhamos a Final da Taça MasterFoot, para este jogo tínhamos em confronto dois campeões, a Renascença (1ª Divisão) e a equipa da TAP MM/Vidal (2ª Divisão). Estas duas equipas e para quem não sabe, já se tinham defrontado na 1ª fase desta SuperLiga MasterFoot, a quando da definição da 1ª e 2ª Divisão, curiosamente o resultado tinha sido um empate. Apesar de serem equipas de divisões diferentes, são na opinião da Organização equipa muito similares, duas excelentes equipas que fazem da sua organização defensiva o ponto forte, depois ambas têm jogadores na frente de ataque que podem fazer a diferença. Em relação ao jogo e como quase sempre acontece mos jogos da Renascença, os primeiros 5’, são muito fortes, tentando surpreender o adversário desde muito cedo. Foram minutos difíceis na defensiva da TAP MM/Vidal, mas apesar de algum sofrimento conseguiram manter a sua baliza inviolável. Após esta pressão inicial a equipa da TAP MM/Vidal, equilibrou as operações a meio campo, com os seus jogadores a libertarem-se da teia montada pela equipa “brasileira”. Seria após esta reacção da TAP, que os dois lances mais perigosos iriam acontecer na sua área, o primeiro uma falha escandalosa de Fábio Wilson, que de cabeça enviou a bola ao poste, com a baliza completamente escancarada. No minuto seguinte apareceu talvez o melhor jogador desta Final, muito consistente a defender e sempre que podia a subir na sua faixa. Após pontapé de canto, a bola sobra para António “Coruja” Lopes rematar de forma indefensável para a baliza do adversário, estava feito o 1-0 para a Renascença. A TAP MM/Vidal, partiu em busca do empate e começou a pressionar a defensiva da Renascença, após vários lances de ataque a equipa dos “aviadores” viria a beneficiar de uma grande penalidade claríssima. Apesar da muita pressão feita pelos adversários, Rodrigo Vaz não vacilou e faria o empate. Logo de seguida seria o apito final desta 1ª parte, 1-1 ao intervalo. A segunda parte começou e novamente a equipa da Renascença, esteve melhor, mas apesar da muita pressão, as situações claras de golo não apareceriam nestes primeiros 5’. Esta segunda parte, desenrolou-se da mesma forma que a primeira, após a pressão inicial da equipa brasileira, a TAP voltou a equilibrar o jogo e também ela entrou na discussão da vitória. Com o passar dos minutos, as duas equipas começaram a ficar nervosos e com todos os lances a serem muito disputados, alguns deles com alguma excessiva virilidade. Nota-se que as duas equipas queriam ganhar a partida, mas o futebol em termos práticos tornava-se um pouco mal jogado e com muitas e sucessivas paragens. Apesar da muita vontade de ambas as equipas em alterar o resultado, as defesas foram sempre superiores aos ataques dos adversários e com os dois guarda-redes a exibirem-se a um elevado nível. Chegamos ao fim deste jogo e mais uma vez o empate era o resultado entre estas duas equipas, o que mostra o equilíbrio existente entre elas. Este jogo mais uma vez serviu para mostrar que o facto desta equipa da TAP MM/Vidal, ter participado na 2ª Divisão, foi apenas um percalço do início de época. Como todos sabemos, a lotaria das grandes penalidade é sempre uma decisão cruel, mas realmente seria a sorte do jogo a decidir o vencedor desta troféu. A sorte sorriu à equipa da Renascença, pois conseguiu marcar as 3 penalidades, enquanto que o adversário falharia logo a primeira a que teve direito. O Resultado final seria de 4-3, após grandes penalidades a favor da equipa da Renascença, conseguindo fazer assim a “dobradinha” nesta competição.