Old School vs New Holland
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7-2- 22:00
- CIF campo 2
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17' Diogo Almeida34' Nuno Beijinha
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19' André Soares
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21' Bernardo Vaz
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26' Pedro Machado
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41' Gustavo Luís
Reportagem
Em reencontro de duas equipas que subiram conjuntamente da 3ª divisão para o segundo escalão desta Superliga, encontravam-se os Old School e os New Holland, com algum favoritismo a pender para os primeiros.
Começaram melhor os Old School com maior posse de bola e contando com a velocidade de Pedro Sousa, que pela direita do seu ataque incomodava a defesa contrária. Entretanto Gustavo Luís no meio campo "verde" era o maestro que conduzia os Old School para a ofensiva. Do lado contrário, os New Holland só de bola parada é que conseguiam chegar à baliza contrária, e apesar da superioridade dos Old School, contra a maré foram os primeiros a inaugurar o marcador, num remate à entrada da área de Ricardo Martini que apanhou o Gr Antonio Stott de surpresa e fez o 1-0 à passagem do sétimo minuto do encontro. Naturalmente os Old School foram em busca do prejuízo, a mobilidade do seu avançado Rodrigo Tomé era uma constante dor de cabeça para a defesa contrária. Até que no minuto 13, Francisco Machado devolvia o empate ao marcador numa jogada de contra ataque pela direita ganhando espaço e rematando com pouco ângulo surpreendendo o Gr. Depois foi a vez de Bernardo Vaz ameaçar a vantagem, e na jogada seguinte fazerem o 2-1 por Diogo Almeida a cruzamento de Alexandre Gaspar. Os Old School estavam empolgados e determinados em resolver o jogo o mais cedo possível. À passagem do minuto 19 fizeram o 3-1 por André Soares, e passados dois minutos fizeram o 4-1 por Bernardo Vaz. Antes de chegar o intervalo, António Stott ainda teve que se aplicar para evitar o golo dos New Holland conduzidos por Bruno Rodrigues, levando uma vantagem de 3 golos para o descanso.
A segunda parte adivinhava uma missão praticamente impossível para os New Holland, que pareciam encontrar uma equipa super moralizada e detentora de um futebol possante. O golo dos Old School a abrir o segundo tempo ainda complicou mais a tarefa, com Pedro Almeida a dilatar a vantagem para 5-1. A partir daqui, os New Holland optaram por ter presença do seu capitão na defesa, por modo a conseguirem travar as investidas contrárias. A estabilidade na sua defensiva resultou num maior equilíbrio da disposição dos seus elementos em campo, e consequentemente em trabalho para o Gr contrário António Stott, e finalmente num golo ao minuto 34, da autoria do inconformado Nuno Beijinha. Antes de chegar o apito final do encontro, mais um golo para os Old School, desta vez pelo seu capitão Alexandre Gaspar que desviou ao primeiro poste um canto, ampliando e definindo o resultado final do encontro em 7-2 a favor dos Old School.
Numa vitória confortável para os Old School, a exibição do colectivo em geral foi o maior valor deste jogo, provando que esta equipa não depende exclusivamente do talento de Francisco Marques para ganhar jogos. Do lado contrário, Nuno Beijinha e Bruno Rodrigues foram os elementos mais inconformados.
Começaram melhor os Old School com maior posse de bola e contando com a velocidade de Pedro Sousa, que pela direita do seu ataque incomodava a defesa contrária. Entretanto Gustavo Luís no meio campo "verde" era o maestro que conduzia os Old School para a ofensiva. Do lado contrário, os New Holland só de bola parada é que conseguiam chegar à baliza contrária, e apesar da superioridade dos Old School, contra a maré foram os primeiros a inaugurar o marcador, num remate à entrada da área de Ricardo Martini que apanhou o Gr Antonio Stott de surpresa e fez o 1-0 à passagem do sétimo minuto do encontro. Naturalmente os Old School foram em busca do prejuízo, a mobilidade do seu avançado Rodrigo Tomé era uma constante dor de cabeça para a defesa contrária. Até que no minuto 13, Francisco Machado devolvia o empate ao marcador numa jogada de contra ataque pela direita ganhando espaço e rematando com pouco ângulo surpreendendo o Gr. Depois foi a vez de Bernardo Vaz ameaçar a vantagem, e na jogada seguinte fazerem o 2-1 por Diogo Almeida a cruzamento de Alexandre Gaspar. Os Old School estavam empolgados e determinados em resolver o jogo o mais cedo possível. À passagem do minuto 19 fizeram o 3-1 por André Soares, e passados dois minutos fizeram o 4-1 por Bernardo Vaz. Antes de chegar o intervalo, António Stott ainda teve que se aplicar para evitar o golo dos New Holland conduzidos por Bruno Rodrigues, levando uma vantagem de 3 golos para o descanso.
A segunda parte adivinhava uma missão praticamente impossível para os New Holland, que pareciam encontrar uma equipa super moralizada e detentora de um futebol possante. O golo dos Old School a abrir o segundo tempo ainda complicou mais a tarefa, com Pedro Almeida a dilatar a vantagem para 5-1. A partir daqui, os New Holland optaram por ter presença do seu capitão na defesa, por modo a conseguirem travar as investidas contrárias. A estabilidade na sua defensiva resultou num maior equilíbrio da disposição dos seus elementos em campo, e consequentemente em trabalho para o Gr contrário António Stott, e finalmente num golo ao minuto 34, da autoria do inconformado Nuno Beijinha. Antes de chegar o apito final do encontro, mais um golo para os Old School, desta vez pelo seu capitão Alexandre Gaspar que desviou ao primeiro poste um canto, ampliando e definindo o resultado final do encontro em 7-2 a favor dos Old School.
Numa vitória confortável para os Old School, a exibição do colectivo em geral foi o maior valor deste jogo, provando que esta equipa não depende exclusivamente do talento de Francisco Marques para ganhar jogos. Do lado contrário, Nuno Beijinha e Bruno Rodrigues foram os elementos mais inconformados.
Duelos
| Old School | New Holland | |
| 2 | JOGOS | 2 |
| 2 | VITÓRIAS | 0 |
| 0 | DERROTAS | 2 |
| 0 | EMPATES | 0 |
| 12 | GOLOS MARCADOS | 4 |
| 4 | GOLOS SOFRIDOS | 12 |
