BAC vs Taikinis
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5-2- 23:00
- Bobadelense Campo 1
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10' André Antão29' Ruben Ferreira
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25' Pedro Henrique43' Ruben Ferreira
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42' Bruno Galhoufa
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45' Bruno Galhoufa
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49' Mario Martins
Reportagem
Duas das melhores equipas desta competição defrontavam-se numa espécie de final antecipada. Antevia-se um jogo muito equilibrado e, mais uma vez, as expectativas não saíram defraudadas tendo-se assistido a uma partida extremamente disputada.
Os campeões BAC assumiam o favoritismo mas sabiam que pela frente iam encontrar um adversário forte. Cientes disso, os laranjas entraram fortes e, aos 10 minutos, colocaram-se na posição de vencedores graças a um golo de André Antão na transformação de um livre directo. A bola tabelou num contrário e traiu o guarda-redes Miguel Correia. Motivados por este tento, os BAC foram à procura do segundo tento. Pedro Henrique e Mário Martins tiveram boas ocasiões para aumentar a vantagem mas, desta feita, não conseguiram levar a melhor diante do guardião contrário. A resposta dos Taikinis surgiu por Eduardo Ribeiro que, com um bom remate, obrigou Nasser a ter de se aplicar. No entanto, eram os BAC que estavam na mó de cima e, já depois de Bruno Galhoufa ter estado por duas vezes muito próximo de marcar, coube a Pedro Henrique dilatar a vantagem da sua equipa já perto do apito do árbitro para o descanso. Ao intervalo, os BAC venciam por 2-0.
No segundo tempo, esperava-se a reacção dos Taikinis mas curiosamente foram novamente os BAC a estar muito perto do terceiro golo. André Antão isolado não conseguiu levar a melhor diante de Miguel Correia tendo atirado primeiro ao poste e ao lado na recarga. E, como quem não marca normalmente sofre, os Taikinis cumpriram esta velha máxima reduzindo para 2-1 por Ruben Ferreira. Oportuno, este jogador aproveitou uma má reposição da bola em jogo por parte de Nasser para reduzir a desvantagem. Os Taikinis pareciam renascer na partida mas as expulsões de Marcelo e Eduardo Ribeiro deixaram esta equipa com menos dois jogadores em campo. Os BAC aproveitaram a superioridade numérica e aumentaram a contagem para 3-1 graças a um golo de Ricardo Antão que, à boca da baliza, não perdoou. Apesar das desvantagem numérica, os Taikinis não atiraram a toalha ao chão tendo reduzido a desvantagem para 3-2 na sequência de uma grande penalidade convertida pelo inevitável Ruben Ferreira. A sete minutos do final, os Taikinis tentavam tudo para, pelo menos, levar o jogo para o desempate para as grandes penalidades mas acabariam por sofrer mais dois golos. Bruno Galhoufa e Mário Martins foram os autores dos golos que sentenciaram a partida definitivamente em 5-2 favorável aos BAC.
A vitória dos BAC é justa mas os Taikinis deram excelente réplica enquanto as equipas estiveram em igualdade numérica.
André Antão, por parte dos BAC, e Ruben Ferreira, do lado dos Taikinis, foram os melhores jogadores em campo.
Os campeões BAC assumiam o favoritismo mas sabiam que pela frente iam encontrar um adversário forte. Cientes disso, os laranjas entraram fortes e, aos 10 minutos, colocaram-se na posição de vencedores graças a um golo de André Antão na transformação de um livre directo. A bola tabelou num contrário e traiu o guarda-redes Miguel Correia. Motivados por este tento, os BAC foram à procura do segundo tento. Pedro Henrique e Mário Martins tiveram boas ocasiões para aumentar a vantagem mas, desta feita, não conseguiram levar a melhor diante do guardião contrário. A resposta dos Taikinis surgiu por Eduardo Ribeiro que, com um bom remate, obrigou Nasser a ter de se aplicar. No entanto, eram os BAC que estavam na mó de cima e, já depois de Bruno Galhoufa ter estado por duas vezes muito próximo de marcar, coube a Pedro Henrique dilatar a vantagem da sua equipa já perto do apito do árbitro para o descanso. Ao intervalo, os BAC venciam por 2-0.
No segundo tempo, esperava-se a reacção dos Taikinis mas curiosamente foram novamente os BAC a estar muito perto do terceiro golo. André Antão isolado não conseguiu levar a melhor diante de Miguel Correia tendo atirado primeiro ao poste e ao lado na recarga. E, como quem não marca normalmente sofre, os Taikinis cumpriram esta velha máxima reduzindo para 2-1 por Ruben Ferreira. Oportuno, este jogador aproveitou uma má reposição da bola em jogo por parte de Nasser para reduzir a desvantagem. Os Taikinis pareciam renascer na partida mas as expulsões de Marcelo e Eduardo Ribeiro deixaram esta equipa com menos dois jogadores em campo. Os BAC aproveitaram a superioridade numérica e aumentaram a contagem para 3-1 graças a um golo de Ricardo Antão que, à boca da baliza, não perdoou. Apesar das desvantagem numérica, os Taikinis não atiraram a toalha ao chão tendo reduzido a desvantagem para 3-2 na sequência de uma grande penalidade convertida pelo inevitável Ruben Ferreira. A sete minutos do final, os Taikinis tentavam tudo para, pelo menos, levar o jogo para o desempate para as grandes penalidades mas acabariam por sofrer mais dois golos. Bruno Galhoufa e Mário Martins foram os autores dos golos que sentenciaram a partida definitivamente em 5-2 favorável aos BAC.
A vitória dos BAC é justa mas os Taikinis deram excelente réplica enquanto as equipas estiveram em igualdade numérica.
André Antão, por parte dos BAC, e Ruben Ferreira, do lado dos Taikinis, foram os melhores jogadores em campo.
Duelos
| BAC | Taikinis | |
| 3 | JOGOS | 3 |
| 2 | VITÓRIAS | 1 |
| 1 | DERROTAS | 2 |
| 0 | EMPATES | 0 |
| 12 | GOLOS MARCADOS | 7 |
| 7 | GOLOS SOFRIDOS | 12 |
