Machamba e Unidos de Lisboa defrontavam-se pela 1ª vez para o campeonato da SuperLiga MasterFoot e era com bastante expectativa que se aguardava esta partida. Em confronto estavam duas equipas que interpretam da melhor maneira as leis do jogo e que têm nas suas fileiras, jogadores de grande craveira técnica. Portanto perspectiva-se um grande jogo de futebol. Numa fase inicial as equipas mostraram respeito mútuo, havendo um período de estudo e adaptação ao adversário. De forma gradual, a formação dos Unidos de Lisboa foi pegando no jogo e foi mostrando maior capacidade de dominar o encontro e de conseguir explanar todo o seu potencial futebolístico. Sempre sobre a batuta do maestro Kaíka, os Unidos de Lisboa foram criando grandes desequilíbrios na sua frente de ataque, deixando a nu algumas debilidades defensivas da equipa contrária. Aos 13 minutos foi assinalado falta dentro da área por derrube sobre o avançado dos Unidos de Lisboa, Pedro Gil. Assinalado o castigo máximo, Raul Póvoa chamou a si a responsabilidade de cobrar a respectiva falta e com grande segura e classe fez o 1º golo da partida. Após este tento os Unidos mantiveram a seu futebol ofensivo e conseguiam além de criar situações perigosas junto na baliza adversária, conseguiam também controlar todas as acções do adversário de tal modo que o guarda-redes da sua equipa, neste 1º tempo foi um autêntico espectador. Aos 21 minutos, Júlio Gil lançou uma bomba á baliza do guarda-redes Machamba, Bruno Suarez, num remate cruzado que levava o selo de golo. Não muito tempo depois, aos 25’ minutos, o maestro desta formação, Kaíka, assinava um jogada magistral onde fintou 3 jogadores que lhe apareceram pela frente e finalizou com um remate seco para o fundo das redes fazendo com que o intervalo chegasse com o resultado de 3 a 0 para os Unidos de Lisboa. Na 2ª parte a postura das equipas foi diferente, pois os Unidos passaram a gerir a vantagem, enquanto que a formação do Machamba teve uma postura muito mais activa e ofensiva. Passou a dominar o encontro, embora fosse um domínio consentido por parte do adversário e começou a criar várias ocasiões de golo. Estavam decorridos 35 minutos quando de livre os Machamba conseguiam reduzir para 1 a 3, com um golo de livre directo superiormente marcado por Pedro Cortes. Com este tento, o ânimo e a esperança dos jogadores do Machamba voltaram a nascer e assistiu-se a um período do jogo em que a defensiva dos Unidos estava a ser bastante fustigada pelos ataques contrários. Tal era o caudal ofensivo que aos 45 minutos Gonçalo Baião reduziria para 2 a 3 o encontro mas não seria o suficiente pois os jogadores dos Unidos conseguiram aguentar a frente do marcador e assim arrecada mais uma vitória no campeonato.