PwC vs Rodoviária - Empresa
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1-4- 22:00
- AirFut 1
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31' José Maria
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23' Marco Leitão
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48' Hugo Pinto
Reportagem
A Rodoviária conquistou um lugar na grande final da Taça MasterFoot ao levar a melhor sobre a PwC, por 4-1. Uma primeira parte de luxo permitiu à formação da Rodoviária sair para o intervalo a vencer por 3-0 e já com um pé na final da competição. A PwC ainda procurou reagir, mas já não foi a tempo de evitar a derrota.
A Rodoviária entrou de forma dinâmica na partida, apostando na velocidade de processos e na rapidez dos seus jogadores. Dessa forma, a equipa conseguiu ameaçar a baliza contrária logo nos primeiros instantes, com Hugo Pinto a colocar o guarda-redes Tiago Cavaco à prova. Esta entrada aguerrida da Rodoviária permitiu-lhe abrir o marcador ainda antes de estarem cumpridos os primeiros cinco minutos de jogo. O marcador foi José Mário Santos, que surgiu no sítio certo para a recarga e colocou a sua equipa a vencer por 1-0. A reacção da PwC não se fez esperar e foi José Maria a figura maior nessas tentativas de chegar ao empate. O avançado lançou dois sérios avisos à baliza adversário, primeiro de livre e depois de bola corrida, com dois remates fortíssimos que passaram a centímetros do alvo. Com as suas redes intactas, a Rodoviária ganhou confiança e demonstrou uma enorme eficácia na hora de visar a baliza da PwC. Desta forma, a equipa ampliou para 2-0 à passagem do quarto de hora, através de Henrique Prazeres, que desferiu um remate rasteiro que entrou bem junto ao poste. Os dois tentos de desvantagem quebraram um pouco a reacção da PwC, que ainda assim voltou a ameaçar as redes contrárias, novamente por intermédio de José Maria, que viu o seu remate esbarrar no poste, após assistência de Nélson Pinto. A partida dirigia-se para o intervalo, mas a Rodoviária ainda teve tempo de fazer a festa uma vez mais. Desta feita foi Marco Leitão o marcador, na sequência de um forte remate cruzado. Foi com o 3-0 no placar que surgiu o apito para o descanso.
À entrada para o segundo tempo, a partida era encarada de forma completamente antagónica pelos dois conjuntos. De um lado, a Rodoviária poderia gerir a partida de forma relativamente cómoda, ao passo que a PwC teria de partir atrás do prejuízo logo no recomeço, no intuito de ainda poder discutir o encontro. E diga-se que a PwC até entrou bem no segundo tempo, com o avançado Bruno Miguel Mendonça a criar perigo em duas ocasiões, primeiro proporcionando uma excelente intervenção ao guarda-redes Bruno e, pouco depois, rematando com muito perigo ao lado. Esta postura da PwC foi recompensada à passagem da meia hora de jogo, com a equipa a reduzir para 3-1. O passe partiu dos pés de Tiago Cavaco, directamente para José Maria receber e atirar a contar. A PwC acreditou que ainda seria possível chegar a um resultado positivo e Bruno Marques esteve perto de colocar a desvantagem na margem mínima, num pontapé que passou ao lado do poste. No entanto, este bom momento da PwC não teve o condão de intranquilizar a equipa da Rodoviária, que se manteve organizada e não se mostrou disposta a ceder a vantagem. Dessa forma, a Rodoviária conseguiu controlar os acontecimentos e até esteve perto de marcar, com Henrique Prazeres a rematar à barra. A partida dirigia-se rapidamente para o final. A Rodoviária conseguia suster o ímpeto adversário e ainda logrou marcar mais um golo que acabou definitivamente com a discussão do encontro. O marcador foi Hugo Pinto, na conclusão de um contra-ataque perfeito que selou o 4-1 final.
A Rodoviária está na final da Taça, depois de uma excelente exibição, na qual se destacaram Hugo Pinto e Carlos Ferreira. A PwC caiu de pé nestas meias-finais e, apesar de ter lutado contra o infortúnio, não conseguiu suster o ímpeto contrário. Apesar da derrota, Tiago Cavaco esteve, uma vez mais, enorme na baliza da sua equipa, ao passo que José Maria foi um dos mais inconformados ao longo do encontro.
A Rodoviária entrou de forma dinâmica na partida, apostando na velocidade de processos e na rapidez dos seus jogadores. Dessa forma, a equipa conseguiu ameaçar a baliza contrária logo nos primeiros instantes, com Hugo Pinto a colocar o guarda-redes Tiago Cavaco à prova. Esta entrada aguerrida da Rodoviária permitiu-lhe abrir o marcador ainda antes de estarem cumpridos os primeiros cinco minutos de jogo. O marcador foi José Mário Santos, que surgiu no sítio certo para a recarga e colocou a sua equipa a vencer por 1-0. A reacção da PwC não se fez esperar e foi José Maria a figura maior nessas tentativas de chegar ao empate. O avançado lançou dois sérios avisos à baliza adversário, primeiro de livre e depois de bola corrida, com dois remates fortíssimos que passaram a centímetros do alvo. Com as suas redes intactas, a Rodoviária ganhou confiança e demonstrou uma enorme eficácia na hora de visar a baliza da PwC. Desta forma, a equipa ampliou para 2-0 à passagem do quarto de hora, através de Henrique Prazeres, que desferiu um remate rasteiro que entrou bem junto ao poste. Os dois tentos de desvantagem quebraram um pouco a reacção da PwC, que ainda assim voltou a ameaçar as redes contrárias, novamente por intermédio de José Maria, que viu o seu remate esbarrar no poste, após assistência de Nélson Pinto. A partida dirigia-se para o intervalo, mas a Rodoviária ainda teve tempo de fazer a festa uma vez mais. Desta feita foi Marco Leitão o marcador, na sequência de um forte remate cruzado. Foi com o 3-0 no placar que surgiu o apito para o descanso.
À entrada para o segundo tempo, a partida era encarada de forma completamente antagónica pelos dois conjuntos. De um lado, a Rodoviária poderia gerir a partida de forma relativamente cómoda, ao passo que a PwC teria de partir atrás do prejuízo logo no recomeço, no intuito de ainda poder discutir o encontro. E diga-se que a PwC até entrou bem no segundo tempo, com o avançado Bruno Miguel Mendonça a criar perigo em duas ocasiões, primeiro proporcionando uma excelente intervenção ao guarda-redes Bruno e, pouco depois, rematando com muito perigo ao lado. Esta postura da PwC foi recompensada à passagem da meia hora de jogo, com a equipa a reduzir para 3-1. O passe partiu dos pés de Tiago Cavaco, directamente para José Maria receber e atirar a contar. A PwC acreditou que ainda seria possível chegar a um resultado positivo e Bruno Marques esteve perto de colocar a desvantagem na margem mínima, num pontapé que passou ao lado do poste. No entanto, este bom momento da PwC não teve o condão de intranquilizar a equipa da Rodoviária, que se manteve organizada e não se mostrou disposta a ceder a vantagem. Dessa forma, a Rodoviária conseguiu controlar os acontecimentos e até esteve perto de marcar, com Henrique Prazeres a rematar à barra. A partida dirigia-se rapidamente para o final. A Rodoviária conseguia suster o ímpeto adversário e ainda logrou marcar mais um golo que acabou definitivamente com a discussão do encontro. O marcador foi Hugo Pinto, na conclusão de um contra-ataque perfeito que selou o 4-1 final.
A Rodoviária está na final da Taça, depois de uma excelente exibição, na qual se destacaram Hugo Pinto e Carlos Ferreira. A PwC caiu de pé nestas meias-finais e, apesar de ter lutado contra o infortúnio, não conseguiu suster o ímpeto contrário. Apesar da derrota, Tiago Cavaco esteve, uma vez mais, enorme na baliza da sua equipa, ao passo que José Maria foi um dos mais inconformados ao longo do encontro.
Duelos
| PwC | Rodoviária - Empresa | |
| 3 | JOGOS | 3 |
| 1 | VITÓRIAS | 1 |
| 1 | DERROTAS | 1 |
| 1 | EMPATES | 1 |
| 8 | GOLOS MARCADOS | 10 |
| 10 | GOLOS SOFRIDOS | 8 |
