CCDCAM vs Young Birds/Cruz Vermelha Portuguesa
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2-1- 21:30
- Pavilhão Boa Hora
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31' Higor Alves
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24' NA
Reportagem
Numa noite carregada de rivalidade saudável e futebol de verdade, o pavilhão da Boa-Hora voltou a ser o coração pulsante do futsal empresarial. Frente a frente, CCDCAM e Young Birds, dois conjuntos que não jogam apenas por vitórias, mas também pelo orgulho, pelo coletivo e, claro, por aquela conversa de segunda-feira no café.
O apito inicial deu o mote para um jogo disputado, onde a técnica e o suor dividiram o protagonismo. A equipa do CCDCAM entrou com os olhos nos três pontos e cedo impôs um ritmo que fazia adivinhar dificuldades para os pupilos de Paulo Mota. Foi António Amaral quem abriu o marcador, num lance em que juntou frieza e instinto, como quem já conhece os atalhos da baliza.
Mas os Young Birds não são de baixar os braços. Com um jogo apoiado e a bola a circular com inteligência, responderam ainda antes do intervalo. Higor Alves, o número 10 de pés inventivos, encontrou espaço entre a muralha adversária e disparou um míssil que só parou nas redes, igualando a contenda e reanimando o banco da sua equipa.
O segundo tempo trouxe nervos, faltas táticas e defesas decisivas. O equilíbrio era evidente e a tensão podia ser cortada à faca. Até que Guilherme Falcão, num rasgo de inspiração e oportunismo, voltou a colocar o CCDCAM na frente, fazendo o 2-1 que viria a ser final.
Paulo Mota ainda tentou mexer nas peças, apostando tudo no ataque, mas a muralha azul do CCDCAM fechou-se bem, com uma exibição sólida e madura. Quando soou o apito final, foi o CCDCAM a erguer os braços, enquanto os Young Birds saíam de cabeça erguida – afinal, jogaram de igual para igual e deixaram tudo em campo.
Duelos
| CCDCAM | Young Birds/Cruz Vermelha Portuguesa | |
| 3 | JOGOS | 3 |
| 3 | VITÓRIAS | 0 |
| 0 | DERROTAS | 3 |
| 0 | EMPATES | 0 |
| 17 | GOLOS MARCADOS | 7 |
| 7 | GOLOS SOFRIDOS | 17 |
